Notação Científica

A expressão numérica da medida de determinadas grandezas associadas a fenômenos naturais frequentemente resulta em valores muito pequenos ou muito grandes; é o caso dos dois exemplos ilustrados nas figuras a seguir.

a)

 

b)

 

Em A, está representado o supercontinente conhecido como Pangeia, 250 milhões de anos depois do início da deriva continental, hipótese segundo a qual havia na superfície da Terra um único continente que se dividiu em placas menores e deu origem aos continentes e oceanos atuais. Pesquisas recentes permitem estimar o valor dessa velocidade relativa de afastamento em torno de 0,000000002 m/s.

Em B, a foto obtida em 2007, mostra o extraordinário brilho de uma supernova, à direita, e da galáxia onde ela se localiza, que aparece mais abaixo, à esquerda, com brilho bem mais tênue. Supõe-se que essa galáxia esteja localizada a cerca de 240 000 000 de anos-luz da Terra, o que corresponde à distância percorrida pela luz nesse tempo com a velocidade de 300 000 000 m/s.

Para simplificar a escrita e os cálculos com números tão pequenos e tão grandes, muito comuns em ciência, recomenda-se usar, em textos científicos, a notação científica. Trata-se de um modo abreviado de escrever números na forma A • 10 , em que A é um número decimal compreendido no intervalo 1 ≤  A < 10 e n é um expoente inteiro, positivo ou negativo. O expoente n, quando for 3 ou um múltiplo de 3, positivo ou negativo, pode ser associado a determinados prefixos ou sufixos, como por exemplo 106 ou 10 24 .

 

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