Pressão Atmosférica

Pressão Atmosférica

A pressão atmosférica é a pressão exercida pela atmosfera num determinado ponto. É a força por unidade de área, exercida pelo ar contra uma superfície.

Ao nível do mar, a pressão atmosférica média é de 760mmHg (entenderemos isso melhor no artigo de Torricelli). Esse valor serviu de base para a definição de uma outra unidade para expressar a pressão, a atmosfera, simbolizada por atm. A pressão de uma atmosfera (1 atm) equivale à pressão de 760mmHg. Logo, temos:

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1 atm = 760 mmHg

A pressão é uma grandeza conceituada como sendo o resultado da divisão do peso dividido pela área da superfície em que se está atuando, ficando:

Pressão Atmosférica = Peso / Área

P = 1,0 . 105 N/m²   ou    1,0.105Pa

As unidades

N = Newton e Pa = Pascal homenageiam os cientistas Isaac Newton e Blaise Pascal.

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Veja um exemplo no Mapa Mental Pressão Atmosférica

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Heterogênea & Homogênea

Antes de entendermos o conceito de Mistura Heterogênea e Homogênea  é interessante conhecermos o que são Substâncias Simples e Compostas.

Bom, nós sabemos que os átomos se ligam para formar compostos e atingir a estabilidade numa situação de menor energia. Agora vejamos, se esses átomos se unem com átomos de um mesmo elemento, por exemplo: Um átomo de oxigênio se une com um outro átomo de oxigênio, nós temos uma substância aí formada que é o gás oxigênio. Vejamos aqui que como temos uma substância que é formada somente por oxigênio, dizemos que ela é uma substância simples, ok?

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Agora, por exemplo, se um átomo de Hidrogênio reage com um átomo de Oxigênio e forma o H2o. Notemos que esta molécula água é formada por diferentes átomos, isto é, diferentes elementos químicos, portanto, se trata de uma substância composta.

Antes de adentrarmos no tema principal deste artigo vamos analisar também a definição de substância pura e mistura para entendermos melhor os seus conceitos.

Uma substância pura, como o próprio nome diz, está pura, ou seja, não está misturada com outra substância ou com outras substâncias. Em geral, quando um químico refere-se, por exemplo, à substância água ele está deixando subentendido que se refere à substância pura água.

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Já uma mistura é uma porção de matéria que corresponde à adição de duas ou mais substâncias puras. A partir do momento em que elas são adicionadas, deixam obviamente de ser consideradas substâncias puras. Elas passam a ser substâncias componentes da mistura.

Vamos ao que realmente interessa: A definição de Misturas Heterogêneas e Homogêneas. Uma mistura homogênea é uma mistura que tem as mesmas propriedades, isto é, no final do processo de união de substâncias, estas já não podem ser identificadas como no início, tais substâncias sofrem dissolução, ou seja, a mistura dessas substâncias somente produz uma fase. Isso quer dizer que toda mistura homogênea é uma solução, ou seja, mistura homogênea é um conjunto de substâncias solúveis entre si. Um exemplo é a mistura da água com álcool: quando misturadas essas duas substâncias é impossível distinguir o álcool da água. Ficou claro?

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A definição de Mistura Heterogênea basicamente é aquela em que é perfeitamente possível distinguir as partes misturadas. Uma característica é que as substâncias que a compõem não se diluem. Por exemplo,  ÁGUA + ÓLEO / ÁGUA + AREIA

Pra finalizar este artigo precisamos entender o que é o número de fases de uma mistura.

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O que é fase? Fase é a porção vísivel da mistura. Numa mistura de água e óleo, perceba que você consegue visualizar as duas substâncias separadas, pois elas não se misturam. Esse sistema apresenta duas fases e duas substâncias.
Se misturarmos água, gelo e areia, você conseguirá visualizar essas substâncias, logo teremos três fases. Note, porém, que são apenas duas substâncias (água, liquida e sólida, e areia).
Dá pra perceber que só existe mais de uma fase em sistemas heterogêneos.
Se misturarmos água e álcool, não dá pra visualizar essas substâncias separadamente, logo só haverá uma fase.

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Estados Físicos

Vamos dar início ao estudo da Química, tema bem pedido pela maioria que acompanha o blog aqui. E pra começar vamos entender que a Química estuda a matéria, que é tudo que tem massa e ocupa lugar no espaço. Estudaremos também as transformações que essa matéria virá sofrer  e as energias envolvidas nessas transformações.

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O objeto de estudo do artigo de hoje – Estados Físicos da Matéria – se apresentam em três estados físicos: o sólido, o líquido e o gasoso.

Esses estados podem ser definidos de duas maneiras para nós. Ele é sólido, líquido ou gasoso dependendo da maneira que ele é apresentado. Nós temos duas características. Uma MACROSCÓPICA (que conseguimos ver) e MICROSCÓPICAS (moleculares, onde não conseguimos ver).

Macroscopicamente o sólido é aquilo que tem volume e forma bem definida como, por exemplo, uma cadeira, um giz. Microscopicamente o sólido possui essa forma e esse volume bem definido também por conta das partículas (átomos, moléculas) estão bem organizadas, isto é, bem juntinhas uma da outra e isso confere essa forma definida e volume constante.

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No estado líquido, há um volume constante, mas a forma é variável, isto é, a forma depende do recipiente em que este líquido se encontra. Para exemplificar, imagine o líquido água dentro de uma garrafa. Agora imagine ele dentro de um copo. Apesar da mudança de recipiente, o volume continuou o mesmo, porém a sua forma se alterou. Isso acontece porque no estado líquido as moléculas/partículas estão um pouco mais afastadas e esse afastamento permite uma mobilidade entre elas e tal fenômeno é conhecido como viscosidade, que é quando a água começa a escoar, isto é, as moléculas vão passando uma por cima da outra.

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Por fim, no estado Gasoso temos uma forma variável e um volume também variável, isto é, se o gás está em um recipiente redondo, terá a sua forma redonda. Se está num recipiente triângulo, terá a sua forma triangular. Isso acontece porque nesse estado as moléculas/partículas estão muito afastadas uma das outras e a força que unem elas são muito fracas, então tendem a ocupar todo o espaço em que estão alocadas. Dê uma olhada abaixo no MAPA MENTAL DOS ESTADOS FÍSICOS DA MATÉRIA desenhado para você entender melhor esse processo!

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Sistema Genital Feminino

Sistema Reprodutor Feminino!

São órgãos vitais, pois garantem a perpetuação da espécie e precisam ser protegidos por uma caixa forte de tecido ósseo, que é a pelve (osso no quadril) que  protege os órgãos internos, tanto do homem quanto da mulher, assim como o cérebro é protegido por um capacete, o coração é protegido por grades, etc.

De uma maneira bem simples a mulher possui órgãos internos e externos.

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Internos

Ovários  ➡ Órgão mais importante do sistema reprodutor feminino. Existem dois ovários, um do lado direito e outro do lado esquerdo. Os ovários são órgãos importantíssimos para o processo reprodutivo da mulher porque eles têm duas funções primárias: Uma função é reprodutora e a outra é endócrina.

Na função reprodutora os ovários são importantes, pois produzem os óvulos e depois os amadurecem. A mulher já nasce com todos os óvulos prontos com cerca de 100 a 150 mil em cada ovário. E a partir da primeira menstruação , também chamada de menarca, a mulher começa a amadurecer um óvulo todo mês, isto é, os ovários são importantíssimos para produzir e amadurecer os óvulos e depois lançá-los nas tubas uterinas.

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Outra função dos ovários, no sentido endócrino, é produzir hormônios sexuais femininos que são o estrógeno (mudanças no organismo) e a progesterona (desenvolvimento dos vasos sanguíneos e  do endométrio no útero para receber o bebê).

Tubas Uterinas ➡ Existem duas tubas uterinas, uma do lado esquerdo e outra do lado direito, ou seja, uma tuba uterina para o ovário esquerdo e uma para o ovário direito.

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Nas tubas uterinas acontece a fecundação, ou seja, o encontro do espermatozoide com o ovócito, liberado pelo óvulo. O espermatozoide, dentro da vagina da mulher, penetra pelas tubas uterinas até encontrar-se com  o ovócito. Resumindo, quando o óvulo é fecundado, ele libera o ovócito que também sai pela tuba uterina, porém ele se aloca na parede do endométrio, no útero, para dar início a gravidez. Entretanto, caso não haja fecundação, esse óvulo segue o mesmo caminho, só que ele sai pela vagina como forma de menstruação.

Útero ➡ Há apenas um útero. O útero possui algumas camadas, como por exemplo, o Miométrio e o Endométrio. Vamos conhecer o que eles fazem!

Miométrio Durante o orgasmo há fortes contrações no Miométrio e essas contrações que ocorrem facilitam o movimento dos espermatozoides para o encontro com o óvulo.

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Se o óvulo não for fecundado, haverá a menstruação. Por exemplo, as cólicas existentes nas mulheres nada mais são do que as contrações do endométrio. Além disso, essa camada ajuda  a “expulsar” a menstruação e coopera para o nascimento do bebê.

Endométrio ➡ Se o óvulo for fecundado, o ovócito será liberado e ele irá se mover pelas tubas uterinas e se implantar na parede do útero (no endométrio) e isso formará a placenta, que dá nutrição para o desenvolvimento do bebê.

Vagina ➡ A vagina é recoberta por muco, isto é, glândulas secretoras de muco que são extremamente ácidos. Essa acidez ajuda a neutralizar algumas bactérias que vivem ali dentro.
A vagina basicamente é o ponto de introdução do pênis e o canal de saída da menstruação e do bebê durante o parto.

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Veja na imagem abaixo:

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Externos

Vulva ou Pudendo ➡  Constitui a parte externa dos órgãos genitais femininos.

Grandes Lábios e Pequenos Lábios ➡ São dobras de pele que servem como “portas” e elas evitam o corrimento daquele muco que tem dentro da vagina, sem o deixar escorrer. Quando ocorre corrimento é porque existe muita produção de muco e pode estar acontecendo algum tipo de infecção na vagina.

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Resumindo então: Para bactérias pequenas, existe a acidez da vagina que inibe e para agressores maiores existem os pequenos e grandes lábios, além dos pelos pubianos que protegem.

Clitóris ➡ É um órgão de excitação sexual. Quando excitado, ele gera contrações na vagina e no útero que ajudam o espermatozoide a nadar pelas tubas uterinas até o óvulo.

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Ovulogênese

O processo de formação do óvulo, denominado Ovulogênese é bem similar a Espermatogênese.

A Ovogonia cresce e se transforma em ovócito primário e mantém a quantidade de cromossomos que havia na ovogonia, isto é, 46 cromossomos. Essa transição é denominada fase de crescimento sem divisão celular. Após isso, o ovócito irá realizar a Meiose I. Quando o ovócito primário realiza a Meiose I ele origina duas novas células, que são: Ovócito II  e o Primeiro Glóbulo Polar.

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Entretanto, apenas uma célula será o ovócito secundário e essa é a grande diferença da Ovulogênese para a Espermatogênese, pois enquanto na Espermatogênese um espermatócito primário formava dois espermatócitos secundários, na Ovulogênese, apenas um ovócito secundário (que é a célula escolhida para se transformar em óvulo) forma um único ovócito secundário. Não entendeu? Veja o esquema abaixo de Mapa Mental de Ovulogênese.

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Bom, é importante saber que a célula ovócito secundário é que vai ser liberada na tuba uterina da mulher para ser fecundado pelo espermatozoide. Veja como funciona no Mapa Mental da Tuba Uterina abaixo:

Tuba Uterina :::: Transportar o óvulo do ovário ao útero. Local onde ocorre a fertilização do óvulo pelo espermatozóide.

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Caso o Ovócito secundário seja fecundado pelo espermatozoide, vai acontecer a Meiose II. Sendo assim, se originará o óvulo e dos glóbulos polares (nutrem o óvulo) e também o início de uma gravidez.

O Canal do VESTMapamental no YouTube possui um vídeo sobre o assunto:


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Espermatogênese

Espermatogênese é a formação do gameta masculino, isto é, o espermatozoide.

A Espermatogênese ocorre no saco escrotal masculino. Uma das coisas mais importantes ao estudarmos esse tema é entendermos que dentro desse saco escrotal, há o testículo e dentro do testículo há o túbulo seminífero #IMPORTANTE [O processo de formação dos espermatozoides ocorre no túbulo seminífero numa temperatura de 34° C]

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Como se formam os espermatozoides, afinal?

Bom, dentro do tubo seminífero, existem células que se dividem por meiose pra formar o espermatozoide. A célula Espermatogônia pode ser do tipo A (células tronco) ou do tipo B (espermatócitos primários), sendo que as células do tipo são as células que vão formar os espermatozoides. Essa célula começa o processo de transformação como uma célula diplóide, isto é, com 46 cromossomos.

Analisando o processo de transformação

A célula espermatogônia quando evolui, sem divisão celular, ela mantém os 46 cromossomos, porém o seu nome muda para espermatócito primário. O fato da espermatogônia evoluir para espermatócito primário sem divisão celular é para que ela armazene energia para poder fazer a Meiose.

Bom, então a Meiose 1 é iniciada pelo espermatócito primário e quando isso acontece o espermatócito primário irá formar duas novas células haplóides (n), ou seja, cada célula com 23 cromossomos. Essas duas células recebem um novo nome, que é: Espermatócito Secundário.

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Feito isso, o espermatócito secundário é quem tem o dever de fazer a Meiose 2, a partir daí se formam agora quatro novas células e que também recebem um novo nome: são as ESPERMÁTIDES (n). E esse processo, do espermatócito secundário para as espermátides recebe o nome de Maturação. E atente-se, pois são as espermátides que formam os espermatozoides, e sua formação ocorre no processo chamado de ESPERMIOGÊNESE.

A espermiogênese, também conhecida como a fase final da produção dos espermatozoides possui três etapas.

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Etapa do Complexo de Golgi

A célula formada, em seu estado de espermátide, possui um núcleo, normal até aí então, certo? Relembre, foram formadas quatro células, e as células possuem núcleo. Continuando, o Complexo de Golgi [onde são transformados e armazenados as proteínas e outras substâncias] será bem desenvolvido, isto é, bastante intensificação das proteínas e de um lado da célula haverá vários grânulo acrossómico [estrutura eletrodensa]. Bom, grânulos, digamos que são pontinhos, então a partir desse momento, eles fundem, formando um só. Além disso, os centríolos [movimentação dentro célula] vão para a parte OPOSTO de onde os grânulos se uniram. Para questão de curiosidade, são os centríolos que formam aquele flagelo do espermatozoide, o rabinho.

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Etapa do Acrossomo

Nesta etapa, a célula já se encontra em sua forma um pouco mais direcionada para a forma de um espermatozoide. Nesta fase, o grânulo irá para a parte mais anterior ao núcleo, mais direcionada, quase na diagonal para que então se forme o acrossomo [é o acrossomo que, no momento da fecundação, ultrapassa a corona radiata].

Do lado oposto, o centríolo começa a aumentar ainda mais a formação do flagelo, o rabinho. Esse rabinho é que permite ao espermatozoide a locomoção, como se fosse uma cobrinha.

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Etapa de Maturação

Fase final, onde o espermatozoide está pronto. Com o acrossomo bem anterior ao núcleo . Aliás, ele também é desprendido do citoplasma que depois será fagocitado [ingerir ou englobar partículas ou células]. Na posição intermediária do espermatozoide [o pescoço do espermatozoide] há mitocôndrias  que são importantes para dar energia para o flagelo se locomover em direção ao óvulo.

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Veja abaixo um vídeo feito pelo canal VESTMapaMental   


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