Confira os filósofos que mais caem no Enem

Confira os filósofos que mais caem no Enem

Filosofia compõe as disciplinas do caderno de Ciências Humanas da avaliação

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é uma prova que exige do participante o conhecimento em várias áreas aprendidas ao longo dos anos de estudos na educação básica. Uma das disciplinas que é abordada no caderno de Ciências Humanas do Enem é Filosofia. Todos os participantes querem saber o que vai cair exatamente, quais assuntos serão cobrados nessa matéria. Isso só será possível no dia da prova, mas podemos adiantar para você quais são os filósofos que mais caem no Enem.

Filósofos Enem: quais pensadores podem ser citados?

1. René Descartes
2. Aristóteles
3. Friedrich Nietzsche
4. Nicolau Maquiavel
5. Immanuel Kant
6. Jurgen Habermas
7. Montesquieu
8. David Hume
9. Émile Durkheim
10. Thomas Hobbes
11. Sérgio Buarque de Holanda
12. Max Weber
13. Theodor Adorno
14. Simone de Beauvoir
15. Karl Marx

Agora que você já sabe quais pensadores já marcaram presença nas edições do Enem e pode cair na próxima prova, é importante adicioná-los na sua lista de estudos para garantir uma boa nota nessa disciplina no Enem.

*Com informações do site Stoodi – cursinhos online

Fonte: E+B Educação | Géssica Santos

Enem: como não perder tempo na hora de ler as questões

No Enem, não é costume encontrar pegadinhas no enunciado das questões, mas é preciso manter o foco para não ser vencido pelo cansaço, alertam os especialistas em preparação para as provas. Diferentemente de muitos vestibulares realizados pelas universidades brasileiras, o Enem tem como objetivo principal medir o conhecimento acumulado ao longo do Ensino Médio, sem a ênfase em selecionar candidatos.

A prova também está preocupada com a capacidade dos estudantes de relacionarem os conteúdos de cada disciplina entre si e com mundo em que vivemos. A palavra-chave da prova é interdisciplinaridade, ou seja, estar atento ao noticiário e ter uma boa bagagem cultural de livros, filmes, músicas ajuda a ter um bom desempenho no exame.

Ao contrário das outras provas, o modelo do Enem cobra menos conteúdo e mais reflexão. Como a ideia é avaliar o conhecimento adquirido em todos os níveis, e as deficiências da educação no Brasil, algumas questões podem parecer extremamente fáceis, mas outras serão bastante complexas. Dessa forma, a pontuação é relativa à dificuldade da pergunta, combinada ao padrão de acertos. Essa metodologia é chamada de Teoria de Resposta ao Item (TRI).

Então como aqui o principal é concentração e energia, já que todas as questões possuem textos introdutórios, o importante é ter uma leitura eficiente. O professor de literatura e português Carlos Gontijo aconselha os alunos a grifarem as palavras-chave que levem à compreensão da linha de raciocínio e da opinião expressa nos textos. E é preciso ser ágil nessa leitura atenta e crítica.

“Isso é uma questão de segundos. Não há tempo para sentir as dores do eu lírico ao ler um poema”, exemplifica o professor em tom de brincadeira. Nesse sentido, Gontijo reforça a necessidade de o estudante não operar em “modo automático” e ter em mente suas conexões do conhecimento em sala de aula com o que acontece no Brasil e no mundo.

Olho no enunciado

Apesar de não ter o hábito de fazer pegadinhas, o Enem exige cuidado com o enunciado das questões. “Muitas vezes há mais de uma alternativa com uma afirmação correta, então o aluno deve se ater ao que o enunciado está pedindo”, alerta Maria Catarina Borges, coordenadora da equipe de redação do Colégio Poliedro de São José dos Campos (SP). A professora pede atenção especial aos primeiros parágrafos dos textos, já que muitas vezes são jornalísticos e acadêmicos e concentram as principais informações ou um resumo do que será dito nas primeiras linhas.

Se a dificuldade estiver em entender a essência do texto, preste atenção nos pontos que são referenciados com maior frequência. “Essa não é uma prova que induz ao erro ou que se defina pelo detalhe. É uma prova trabalhosa que demanda um bom domínio de interpretação, uma leitura eficiente. E é fundamental que o candidato esteja bem informado”, reforça Thaís Pio, professora de redação e português.

Para entrar no ritmo da prova, nada melhor do que realizar os exames anteriores. Para aqueles que já conhecem todos, vale uma dica: o Enem também é realizado em uma modalidade para Pessoas Privadas de Liberdade (PPL) e a estrutura da prova é bastante similar à da aplicada para avaliar o Ensino Médio.

Fonte @RevistaGalileu

40 Temas de Redação para Enem 2019

Todos os anos os vestibulares e o Enem abordam diversos temas de redação, sobretudo, da atualidade. Assim, confira abaixo alguns assuntos que podem ser cobrados nas provas;

 

1. Racismo e Discriminação Social

Tema focado nos preconceitos relacionado às etnias, raças e as classes sociais e que envolvem a questão da “superioridade” entre os diversos grupos sociais.

2. Desigualdade Social no Brasil

Diferenças entre as diversas classes sociais estão intimamente relacionadas com a má distribuição de renda no país. Importante entender as causas e consequências da desigualdade social.

3. Preconceito Linguístico

No Brasil, o preconceito linguístico envolve as diferentes formas de falar e estão ligados com o conceito de “superioridade”.

4. Família Contemporânea

Marcada pela diversidade, esse tema relaciona-se com novos modelos de famílias e suas diversas configurações modernas. Um exemplo é a adoção de crianças por casais homossexuais.

5. Crise Mundial Econômica

Desde 2008, a crise financeira e econômica vem afetando diversos países pelo mundo. Ela envolve o fechamento de bancos, crescimento da dívida externa e o aumento da desigualdade.

6. Política Brasileira

Desde do governo de Lula, o país vem sendo foco de diversos problemas dos quais merece destaque a corrupção. Vale lembrar que a instabilidade política e econômica foram agravadas com o Governo de Dilma e Temer.

7. Pobreza no Brasil

Diversos assuntos podem estar relacionados com a pobreza no Brasil, sobretudo, com a instabilidade política e econômica pela qual o país vem passando. Destacam-se a má distribuição de renda e o aumento do desemprego.

8. Inclusão e Exclusão Social

Entender o conceito de inclusão e exclusão social. Relacionar com projetos e programas atuais que tratam do tema da inclusão social para os grupos excluídos: negros, idosos, pobres, deficientes, homossexuais, etc.




9. Deficientes Físicos

Oferecer soluções para a acessibilidade de grupos que possuem algum tipo de deficiência (motora, visual, auditiva, mental) tem sido um desafio no Brasil e no mundo.

10. Sistema Educacional no Brasil

Panorama das novas políticas de ensino no país e mudanças no currículo escolar como, por exemplo, a inclusão de temas transversais.

11. Sistema Público de Saúde

Desafios e propostas para o atual sistema público de saúde no país. Esse tema pode estar relacionado com os problemas de acesso ou mesmo da falta de equipamentos e hospitais.

12. Aquecimento Global e Efeito Estufa

Destaca-se o crescimento do aquecimento global e do efeito estufa no mundo. Vale compreender os conceitos, causas e consequências desses fenômenos. O texto pode citar os acordos e as propostas atuais sobre isso.




13. Orientação e Diversidade Sexual

Engloba os diversos tipos de diversidade sexual, por exemplo, os heterossexuais, homossexuais, bissexuais e os assexuados. Junto a isso, vale frisar os problemas de violência e inclusão desses grupos nas sociedades.

14. Homofobia

A homofobia é o preconceito relativo às pessoas que possuem uma relação homo afetiva (homossexuais, bissexuais, travestis e transexuais). A legislação sobre o tema e os problemas de violência na atualidade poderão ser abordados.

15. Expectativa de Vida

Conceito relacionado com a qualidade de vida e o bem-estar da população. No Brasil, a expectativa de vida tem aumentado nos últimos anos.

16. Analfabetismo no Brasil

Focar nas causas, consequências e as taxas de analfabetismo no Brasil. O chamado “analfabetismo funcional” envolve aqueles que sabem ler, mas não conseguem interpretar um texto.

17. Transporte Público no Brasil

Entender a qualidade, os preços, o monopólio e os problemas dos transportes públicos no Brasil é crucial para desenvolver o tema. Isso tudo, aliado aos movimentos de protestos que ocorreram no país.

18. Violência no Brasil

Tipos, soluções e propostas para a violência do Brasil são os principais pontos para a produção do texto. Focar quais são as causas e consequências desse problema que tem se tornado cada vez mais comum no país.

19. Mercado de Trabalho

Nesse caso, o estudante deve compreender as características do mercado de trabalho na atualidade desde a Inserção dos jovens, exclusão dos velhos e as novas tendências.

20. Globalização

Esse tema abrange o conceito de globalização e suas consequências econômicas, sociais e culturais. Vale saber a história, as causas e os efeitos desse fenômeno.

21. Cidadania

Conceito que inclui um conjunto de direitos e deveres do cidadão. A cidadania é muito importante para a sociedade e envolve respeito, participação política e qualidade de vida.

22. Novas Tecnologias

Englobam as novas tecnologias de informação e comunicação, por exemplo, os computadores, a internet, a televisão, as câmeras, etc. Temas associados são a democratização da informação e a inclusão digital.

23. Meios de Comunicação

Aliado ao conceito de novas tecnologias temos o avanço e os desafios dos meios de comunicação atuais: rádio, televisão, telefone, jornal, revista, internet, cinema, etc.

24. Redes Sociais

Compreender o conceito, a evolução, as vantagens e desvantagens do uso das redes sociais são importantes para desenvolver o tema. Além disso, vale estar atento aos impactos das redes sociais na vida das pessoas.

25. Inclusão Digital

Democratização da tecnologia é sem dúvida o objetivo da inclusão digital. No Brasil ainda existem muitos desafios para incluir os grupos menos favorecidos.

26. Maioridade Penal

Redução da maioridade penal, que envolve a idade do indivíduo, é o grande tema para acabar com a violência no Brasil. A questão é se essa é a melhor maneira de diminuir os focos de violência no país.




27. Movimentos Sociais

O estudante deve compreender o conceito, as causas e as consequências do surgimento de diversos movimentos sociais. No Brasil, merecem destaque o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MSTS), os movimentos indígenas e dos negros.

28. Trabalho Infantil

Saber o conceito, a legislação e os impactos sociais do trabalho infantil são essenciais para desenvolver o tema. O estudante deve frisar as principais causas que levam crianças e adolescentes a trabalharem desde cedo.

29. Direitos da Criança e do Adolescente

Por meio da leitura do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o estudante deve conhecer as normas e os direitos de proteção para esses grupos etários.

30. Democratização da Cultura

A ideia desse tema é aumentar o acesso aos bens culturais no país e no mundo. Portanto, deve-se focar nos desafios a serem enfrentados, para que as diferentes culturas tenham liberdade de expressar e salvaguardar o patrimônio cultural e histórico.

31. Intolerância Religiosa

Num país multicultural, a questão religiosa é bem diversa. A ideia é evitar a violência e respeitar as diferentes manifestações religiosas.




32. Arte Urbana

Conhecer a origem, a história, as características e os exemplos de arte urbana é fundamental para escrever sobre esse tema. Destacam-se o grafite, o estêncil, as instalações artísticas, as performances, as estátuas vivas e os cartazes.

33. Cultura Popular e Cultura Erudita

A cultura popular é o conjunto de saberes que surge da interação entre indivíduos de determinado grupo, por exemplo: folclore, artesanato, lendas. Já a cultura erudita, são manifestações que surgem da investigação acadêmica, por exemplo: literatura e artes plásticas.

34. Mobilidade Urbana

A mobilidade urbana reúne as diferentes formar de se deslocar dentro do espaço urbano. Abrange assim, a organização do território e gestão das cidades do qual merece destaque os meios de transportes.

35. Uso e Descriminalização das Drogas

Vale aqui entender os tipos, a história e as diferenças entre as drogas lícitas e ilícitas. O estudante também pode destacar os efeitos das drogas, causas e consequências do uso de entorpecentes. A descriminalização no Brasil é um tema muito atual onde o uso de drogas não seria considerado crime.




36. Pedofilia

A atração de adultos por crianças é um debate muito atual. Esse transtorno sexual pode envolver o uso da internet para divulgação de imagens, vídeos ou mesmo para encontros entre as partes.

37. Evasão Escolar

A evasão escolar é um conceito associado ao afastamento de crianças e jovens das escolas. Esse problema pode ocorrer por diversas razões, desde pobreza, falta de escolas, trabalho, dificuldade de acesso, dentre outros.

38. Bullying nas Escolas

Tema muito atual que aborda sobre a violência verbal, física ou psicológica que correm sobretudo nas escolas. O cyberbullying é um tipo de bullying praticado via internet.

39. Reciclagem

Importante saber a história e importância da reciclagem num mundo marcado pelo consumismo. O excesso de lixo produzido pelas populações pode ser reaproveitado se for feita a coleta seletiva.

40. Meio Ambiente e Sustentabilidade

Preservação do ambiente e sustentabilidade são dois temas que estão interligados e podem surgir juntos na prova de redação. Vale conhecer projetos e programas que contemplem ações sustentáveis no país e no mundo, por exemplo, a Agenda 21.

Preconceito Linguístico | Modelo de Redação nota 1000

Modelo de Redação escrito pela Bruna Saad do Descomplica. Desfrute

Preconceito Linguístico –

Poliglotismo nacional

A língua é um dos principais instrumentos que sustentam a vida em sociedade, já que é responsável pela comunicação e interação entre os indivíduos. No entanto, ela também pode atuar de maneira negativa, sendo uma das ferramentas de segregação social. O preconceito linguístico, no Brasil, é muito evidente e, por isso, é preciso entender que há diversas variantes na língua, e uma não deveria ser mais prestigiada em relação às demais.

Em primeiro lugar, é importante destacar que, embora todos os brasileiros sejam falantes da Língua Portuguesa, ela apresenta diversas particularidades no contexto regional, etário, social e histórico. Isso significa que a linguagem está em constante transformação, e os responsáveis pelas mudanças são os próprios falantes, independente de classe social ou nível de escolaridade. Nesse sentido, não se deve desconsiderar a gramática normativa e suas regras, já que ela serve como base para o sustento do idioma, mas sim admitir que todas as variações são inerentes à língua.

Além disso, é evidente que o fato de existir uma variante padrão faz com que as demais sejam desprestigiadas, gerando o preconceito linguístico. Esse tipo de preconceito – pouco discutido no Brasil – acentua ainda mais a desigualdade social no país, pois a língua está totalmente ligada à estrutura e aos valores da sociedade, e os falantes da norma culta são aqueles que apresentam maior nível de escolaridade e poder aquisitivo. Os indivíduos que sofrem discriminação linguística tendem a desenvolver problemas de sociabilidade e, até mesmo, psicológicos.

Fica claro, portanto, que a língua é um fator decisivo na exclusão social. Por isso, o preconceito linguístico deve ser admitido e combatido. Primeiramente, as escolas deveriam fazer uma abordagem mais aprofundada sobre esse tema, além de ensinar, nas aulas de Português, todas as variantes existentes na língua. A mídia deveria parar de estereotipar os personagens de acordo com a sua maneira de falar e poderia investir em campanhas que ajudem a desconstruir o preconceito linguístico. Afinal, ser um “bom” falante é ser poliglota na própria língua.

Fonte: @Bruna Saad – Descomplica

Seis dicas de professores para fazer bons resumos | ENEM

Não copiar todo o texto do parágrafo, usar próprias palavras e preparar o ambiente para os estudos estão entre as sugestões.
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que acontece nos dias 4 e 11 de novembro, já está quase aí, e técnicas para ajudar nos estudos nesta reta final podem ser um trunfo. Especialmente para uma das práticas mais recorrentes: os resumos ou fichamentos, que auxiliam na aprendizagem e na fixação de conteúdo.

Para o vice-diretor acadêmico e professor de matemática do Colégio de A a Z, Fellipe Rossi, estudar por meio de fichamentos é uma boa maneira de ter um acesso rápido a conteúdos que possam cair nas provas do Enem.

— Assim, fica mais fácil para estudantes manterem um contato próximo com a matéria e assimilar tudo de maneira mais concreta — afirma ele.

Uma das primeiras dicas do professor de geografia e atualidades do Descomplica, Ricardo Marcilio, é tomar cuidado para não copiar o texto inteiro que está estudando.

— Existe um texto base, e o aluno deve se preocupar em tirar o que é mais importante dele, ou então o fichamento fica só uma cópia do que leu. É pegar um texto e sintetizar os pontos mais relevantes — destaca o professor.

Confira abaixo mais dicas para fazer um bom fichamento.

1. Priorizar disciplinas que tem dificuldade

Nesta reta final, diz Ricardo Marcilio, o aluno não conseguirá fazer fichamentos de todo o conteúdo abordado na prova. Como o Enem é uma avaliação de conhecimentos gerais, o professor diz que é melhor o candidato saber um pouco de tudo do que muito de algo específico.

— A dica é fazer fichamento de disciplinas e temas em que o estudante tem mais dificuldade. Se tem mais facilidade em biologia, por exemplo, talvez não precise do fichamento desta matéria agora.

2. Preferir o fichamento à mão

Se escrever os fichamentos no computador for mais prático, o professor ressalta que essa talvez não seja a melhor opção. Escrever à mão, diz ele, é muito importante, já que a escrita é uma das formas principais de aprendizagem e de fixar o conteúdo.

Após ler um parágrafo de um texto para o fichamento, em vez de usar as mesmas palavras, use as suas próprias. Escreva esse resumo como se estivesse ensinando para você mesmo.

4. Ambiente deve ser como o da prova

Muito importante: a posição em que se estuda faz muita diferença. A dica do professor é nunca e fazer os fichamentos ou mesmo se dedicar a uma leitura em uma posição desconfortável. O ideal é sempre simular a situação em que estará na hora da prova: um ambiente iluminado, silencioso, sentado, nunca deitado. O cérebro relembra no dia de fazer a prova.

5. Os ‘flash cards’ também podem ajudar

Vice-diretor acadêmico e professor de matemática do Colégio de A a Z, Fellipe Rossi indica os chamados flash cards como mais uma opção nos estudos. Ele explica: em uma das faces do cartão, o aluno escreve um conceito ou pergunta. No outro, a resposta, teoria ou definição. Os flash cards podem ser usados para todas as disciplinas. Assim como nos fichamentos, devem ser feitos à mão.

6. Mapas mentais

Nesta outra dica do professor Felipe, o aluno escolhe um conceito ou tema central e o escreve em uma folha em branco. A partir dele, escreve ali associações de causa e consequência, contextos, fatos relacionados. Essa técnica ajuda a refletir, entender e fixar as disciplinas de maneira mais eficaz.
Fonte: @Globo