Veja as Universidades que oferecerão vagas para o SISU 2019-2

Veja as Universidades que oferecerão vagas para o SISU 2019-2

Inscrições

As inscrições para o Sisu 2019-2 serão realizadas no site do MEC e em breve estarão disponíveis.

Sisu 2019-2: Universidades

Abaixo as Universidades e Institutos que oferecerão vagas para o Sistema de Seleção Unificada.

AC – Acre – 540 vagas

IFAC – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ACRE – 160 vagas em 4 cursos de graduação

UFAC – UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE – 380 vagas em 8 cursos de graduação

AL – Alagoas – 290 vagas

IFAL – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALAGOAS – 290 vagas em 8 cursos de graduação

AP – Amapá – 232 vagas

UNIFAP – UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ – 232 vagas em dez cursos de graduação

BA – Bahia – 5.911 vagas

IFBAIANO – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO – 140 vagas em quatro cursos participantes

IFBA – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA – 922 vagas em 25 cursos de graduação

UNEB – UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – 1304 vagas em 88 cursos de graduação

UESB – UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA – 391 vagas em 23 cursos de graduação

UFBA – UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA – 1482 vagas em 36 cursos de graduação

UFOB – UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DA BAHIA – 32 vagas em 1 curso de graduação

UFRB – UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA – 1640 vagas em 39 cursos de graduação

CE – Ceará- 606 vagas

IFCE – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ – 2.715 vagas em 80 cursos de graduação

UNILAB – UNIVERSIDADE DA INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL DA LUSOFONIA AFRO-BRASILEIRA – 336 vagas em 12 cursos de graduação

UFCA – UNIVERSIDADE FEDERAL DO CARIRI – 190 vagas em 4 cursos de graduação

DF – Distrito Federal – 440 vagas

IFB – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIENCIA E TECNOLOGIA DE BRASILIA – 440 vagas em 9 cursos de graduação

ES – Espírito Santo – 142 vagas

IFES – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESPÍRITO SANTO – 142 vagas em 4 cursos de graduação

GO – Goiás – 72 vagas

IFG – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS – 72 vagas em 12 cursos de graduação

MA – Maranhão – 3.598 vagas

IFMA – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO – 270 vagas em 7 cursos de graduação

UFMA – UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO – 3.328 vagas em 79 cursos de graduação

MG – Minas Gerais – 8.554 vagas

CEFET/MG – CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS – 510 vagas em 13 cursos de graduação –

IFTM – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO – 265 vagas em 8 cursos de graduação –

IFMG – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS – 91 vagas em 5 cursos – termo de adesão

IFNMG – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO NORTE DE MINAS GERAIS – 160 vagas em 7 cursos

IFSEMG – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS – 42 vagas em 3 cursos

IF SUL DE MINAS – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS – 48 vagas em 4 cursos –

UNIMONTES – UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS – 667 vagas em 28 cursos

UNIFAL-MG – UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS – 462 em 10 cursos

UFJF – UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA – 933 vagas em 42 cursos de graduação

UFLA – UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS – 1.295 vagas em 27 cursos

UFOP – UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO – 1.420 vagas em 39 cursos

UFSJ – UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL REI – 910 vagas em 22 cursos

UFTM – UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO – 485 vagas em 17 cursos

UFVJM – UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI – 1.266 vagas em 32 cursos

MS – Mato Grosso do Sul – 120 vagas

IFMS – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO DO SUL – 120 vagas em três cursos

PA – Pará – 70 vagas

UNIFESSPA – UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL E SUDESTE DO PARÁ – 70 vagas em dois cursos

PB – Paraíba – 6.523 vagas

IFPB – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA – 1.110 vagas em 30 cursos

UEPB – UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA – 3.077 vagas em 76 cursos

UFPB – UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA – 811 vagas em 80 cursos

UFCG – UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE – 1.525 vagas em 35 cursos

PE – Pernambuco – 342 vagas

IF SERTÃO – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SERTÃO PERNAMBUCANO – 342 vagas em 11 cursos

PI – Piauí – 2.708 vagas

IFPI – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ – 120 vagas em três cursos

UESPI – UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ – 70 vagas em dois cursos

UFPI – UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ – 2.518 vagas em 57 cursos

PR – Paraná – 4.448 vagas

UFPR – UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ – 56 vagas em um curso

UTFPR – UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ – 4.392 vagas em 107 cursos

RJ – Rio de Janeiro – 12.569 vagas

CEFET/RJ – CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA – 1.008 vagas em 29 cursos

UEZO – CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTADUAL DA ZONA OESTE – 33 vagas em 5 cursos

IFRJ – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO DE JANEIRO – 633 vagas em 18 cursos

IF FLUMINENSE – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FLUMINENSE – 254 vagas em 15 cursos  

UNIRIO – UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – 1.144 vagas em 30 cursos

UFRJ – UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO – 3.796 vagas em 84 cursos

UFF – UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE – 4.211 vagas em 106 cursos

UFRRJ – UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO – 1490 vagas em 37 cursos

RN – Rio Grande do Norte – 1.675 vagas

IFRN – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE – 380 vagas em 12 cursos

UFERSA – UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO – 1.295 vagas em 23 cursos

RO – Rondônia – 56 vagas

IFRO – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA – 56 vagas em 3 cursos

RR – Roraima – 17 vagas

IFRR – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RORAIMA – 17 vagas em 1 curso

RS – Rio Grande do Sul – 3.161 vagas

IFSUL – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SUL-RIO-GRANDENSE – 402 vagas em 12 cursos

UFPEL – UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS – 830 vagas em 22 cursos

UFSM – UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA – 1799 vagas em 46 cursos

FURG – UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE -130 vagas em 3 cursos

SC – Santa Catarina – 1.026 vagas

UDESC – FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA – 347 vagas em 37 cursos

IFSC – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA – 768 vagas em 20 cursos

UFFS – UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL – 221 vagas em 5 cursos

SP – São Paulo – 901 vagas

FMPFM – FACULDADE MUNICIPAL PROFESSOR FRANCO MONTORO DE MOGI GUAÇU – 21 vagas em 7 cursos

IFSP – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO – 880 vagas em 22 cursos

TO – Tocantins – 325 vagas

IFTO – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS – 165 vagas em 9 cursos

UNITINS – UNIVERSIDADE DO TOCANTINS – 160 vagas em 4 cursos

Universidades afirmam que corte de 30% do MEC pode comprometer ensino

Após o anúncio do Ministério da Educação (MEC) de um corte de 30% no repasse às universidades e institutos federais, diversas instituições de todo o Brasil constataram bloqueio de valores. Várias delas emitiram notas informando que, se os cortes se confirmarem, terão de paralisar atividades e suspender pagamentos a terceiros. Em grande parte dos casos, o maior impacto ocorrerá no pagamento de contas como água, energia elétrica, serviços de limpeza e aquisição de materiais.

A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) emitiu nota nesta sexta-feira (03/05) informando que o bloqueio no orçamento da instituição não foi uniforme, afetando mais as ações de extensão; os custos relativos ao funcionamento da universidade, como água, luz e contratos de manutenção e segurança; e os investimentos em obras e reformas. De acordo com a instituição, no momento, as atividades não estão comprometidas, “mas serão necessárias ações de contingência”.

A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) também constatou o bloqueio de mais de R$ 39 milhões em seu orçamento e emitiu comunicado. Segundo a instituição, foram bloqueadas verbas das ações orçamentárias de funcionamento da universidade, capacitação de servidores, recursos consignados ao hospital veterinário e funcionamento da Escola Técnica de Artes.

De acordo com a universidade, a única área não afetada pelos cortes foram as ações de assistência estudantil, que incluem custeio de alimentação e bolsas para alunos em vulnerabilidade social.

Para o Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), o bloqueio de 30% representa R$ 27 milhões a menos em recursos de custeio (funcionamento). Foram bloqueados R$ 26.154.174,00 dos R$ 67.380.582,00 aprovados na Lei Orçamentária Anual, o que representa uma perda de quase 39%. Além disso, estão previstos R$ 870 mil a menos em recursos para capacitação.

O Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) informou que será afetado por um bloqueio de R$ 23,5 milhões, “fazendo com que a instituição, a partir do segundo semestre, paralise algumas atividades fundamentais à formação”, diz nota. A reitoria afirma que atividades de ensino, pesquisa e extensão, terão que ser paralisadas, pois o instituto não conseguirá finalizar o ano letivo.

“Com a confirmação do bloqueio, as primeiras consequências serão a não continuidade dos pagamentos de contratos terceirizados de limpeza e segurança, água, luz, insumos para aulas práticas, manutenção para equipamentos laboratoriais, cancelamento de visitas técnicas e assim por diante – prejudicando alunos e a sociedade em geral”, afirma o instituto.

A Universidade Federal do Paraná (UFPR) afirmou que foi informada sobre um bloqueio de 30% das verbas, equivalente a mais de R$ 48 milhões. De acordo com a entidade, o corte impactará diretamente despesas como água, energia, contratos de prestação de serviços e restaurantes universitários.

“Se esta medida não for revertida, as consequências serão graves para o desempenho das atividades da universidade no segundo semestre de 2019”, diz nota da universidade.

MEC estuda novos critérios para cortes

O MEC afirma que o contingenciamento foi decidido a partir de um “critério operacional, técnico e isonômico para todas as universidades e institutos” federais, devido a um bloqueio de R$ 5,8 bilhões do orçamento do ministério determinado pelo governo do presidente Jair Bolsonaro.

A pasta afirmou ainda que estuda aplicar outros critérios para os cortes, “como o desempenho acadêmico das universidades e o impacto dos cursos oferecidos no mercado de trabalho”, com o objetivo de “gerar profissionais capacitados e preparados para a realidade do país”.

De acordo com o MEC, “o bloqueio preventivo incide sobre os recursos do segundo semestre” e poderá ser reavaliado “caso a reforma da previdência seja aprovada e as previsões de melhora da economia no segundo semestre se confirmem”.

Cortes no MEC afetam educação básica, anunciada como prioridade por Bolsonaro

O Ministério da Educação (MEC) já fez bloqueios de R$ 5,7 bilhões, o que representa cerca de 23% de seu orçamento discricionário (não obrigatório), cortando verbas direcionadas a todas as etapas da educação. O congelamento de recursos compromete R$ 2,1 bilhões das universidades. Mas a tesoura chegou também à educação básica, apontada nesta segunda-feira pelo presidente Jair Bolsonaro como prioridade.

Apesar das declarações oficiais, a etapa perdeu pelo menos R$ 914 milhões em políticas específicas para seu desenvolvimento. O MEC ampliará o contingenciamento total na pasta a R$ 7,4 bilhões, conforme determinado pela equipe econômica. Os valores que já constam no sistema interno do governo como bloqueados foram levantados pela Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados.

Somente do programa de apoio à infraestrutura de escolas do ensino básico, foram congelados R$ 273,3 milhões, cerca de 30% do total destinado. A verba é usada na manutenção, reforma e mobiliário das unidades escolares. Outros R$ 132,6 milhões alocados para apoiar essa etapa escolar também foram cortados pelo MEC.

MEC vai priorizar educação básica, resultados e reconhecimento por mérito, diz Ministro

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, está nesta terça-feira (7) em uma audiência na Comissão de Educação no Senado para apresentar as diretrizes e programas prioritários da pasta.

De acordo com o ministro, o foco da sua gestão será a educação básica, uma gestão técnica baseada em entrega de resultados e reconhecimento por mérito, entre outros pontos. Weintraub falou por uma hora e depois foi sabatinado pelos senadores.

Weintraub assumiu o Ministério da Educação (MEC) há um mês, após Vélez Rodríguez ser demitido por Bolsonaro. A gestão de Rodríguez durou três meses e foi marcada por controvérsias e recuos como a intensa troca de cargos e frases polêmicas.

Entre as metas apresentadas pelo ministro, estão:

  • Foco na educação básica, aprimorando o fundo de manutenção de desenvolvimento da educação básica e da valorização dos professores da educação (Fundeb)
  • MEC como indutor de política da educação nacional
  • Gestão técnica orientada à entrega de resultados
  • Construção de um sistema educacional nacional orientado pelo mérito e para o mérito
  • Fixação de incentivos para a adoção das melhores práticas nacionais e internacionais em gestão da educação
  • Disciplina, ordem, respeito a todos no espaço da educação público e privados
  • Respeito à liberdade e diversidade de pensamento
  • Investimento em capital humano para aumentar a competitividade da economia brasileira

O ministro abriu a audiência falando sobre as metas do Plano Nacional de Educação (PNE), dando um panorama sobre o ensino no Brasil.

Depois, citou os pontos do Plano Nacional de Alfabetização. O ministro disse que não vai priorizar um ou outro método de ensino. “Não se trata de falar de um método ou outro. É qualquer método empregado que esteja avaliado em evidências científicas. Tem que ter número comprovando isso”, disse.

“A gente não quer impor nada a ninguém, a gente quer abrir o debate, quer conversar. Dizer assim: alguma coisa está errada. Por isso a nossa educação é muito pior do que a dos nossos vizinhos na América Latina.”

Bloqueio no orçamento

Apesar de a agenda no Senado ser sobre as prioridades da Educação para a gestão atual, a expectativa é que Weintraub se pronuncie sobre o anúncio do bloqueio de 30% o orçamento das universidades e institutos federais.

Em um comunicado divulgado na terça-feira (30), o MEC havia dito que “UFBA, UFF e UnB tiveram 30% das suas dotações orçamentárias anuais bloqueadas”, e que desde a semana passada havia inserido as informações sobre o bloqueio no Siaf, o sistema usado pelo governo federal no processo de execução do orçamento.

Na ocasião, o MEC não apresentou motivos para bloquear as verbas especificamente dessas universidades. Disse apenas que “a medida está em vigor desde a última semana” e que “não envia comunicados a respeito do orçamento a nenhuma instituição, todos os dados são visualizados pelo Siaf. Nesse sentido, cada uma pode informar os impactos do bloqueio em sua gestão”.

Em entrevista ao jornal “Estado de S.Paulo”, o ministro comentou o bloqueio de verbas na UFF, Ufba e UnB: “Universidades que, em vez de procurar melhorar o desempenho acadêmico, estiverem fazendo balbúrdia, terão verbas reduzidas. A lição de casa precisa estar feita: publicação científica, avaliações em dia, estar bem no ranking ”, disse, sem esclarecer quais rankings.

A rede federal inclui mais de 60 universidades e quase 40 institutos de ensino em todos os estados do Brasil.

Após críticas, o MEC alterou a medida e disse que o bloqueio de 30% na verba das instituições de ensino federais vai valer para todas as universidades e todos os institutos.

A informação foi dada à TV Globo por Arnaldo Barbosa de Lima Junior, secretário de Educação Superior do MEC. Segundo ele, trata-se de um “bloqueio” que foi feito “de forma preventiva” e “só sobre o segundo semestre”.

Apesar de ter dito que o bloqueio foi feito “de forma isonômica” para todas as universidades e institutos, Lima afirmou que está “estudando alguns parâmetros” para definir quais delas seriam “premiadas” com uma “redução menor do que as outras” ao longo do ano, “mas com ênfase no segundo semestre”.

Segundo ele, o primeiro parâmetro é o “desempenho acadêmico e seu impacto no mercado de trabalho”, seguido da governança das universidades. “A gente quer que elas tenham sustentabilidade financeira”, explicou o secretário. O terceiro parâmetro é a inovação gerada para a economia.

Fonte: @G1

7 dicas para se preparar faltando seis meses para o ENEM 2019

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio ( Enem ) começaram nesta segunda (6) e vão até 17 de maio. Para candidatos e professores, é o começo da contagem regressiva até os dias da avaliação, em 3 e 10 de novembro. Veja abaixo uma lista com dicas de como organizar os estudos.

Sete dicas para a preparação até o dia da prova

Os professores elaboraram uma lista de dicas para os candidatos que vão fazer o Enem;

1. Quem já começou a estudar deve manter o ritmo. É importante colocar o conteúdo em dia;

2. Exercite a Redação e faça ao menos uma por semana. Amplie, aos poucos, sua produção de textos

3. Leia sobre atualidades. Preste atenção a temas polêmicos, como a discussão em torno de vacinar ou não os filhos, mas também fique por dentro de questões do dia a dia;

4. Faça diagnósticos: pense nos erros cometidos e veja como solucionar o problema

5. Vai começar a estudar após a inscrição? Não se desespere. Identifique o cronograma das matérias e o que foi dado até ali, para ter noção de quanto tempo vai gastar para colocar os assuntos em dia;

6. Estabeleça metas de estudo e se mantenha fiel a elas;

7. Consulte edições anteriores do Enem e dê atenção especial a temas que costumam ser mais cobrados.

Fonte: @Globo

20 Filmes e Séries que retratam o Racismo

Na Redação do ENEM 2018, muitos estudantes utilizam argumentos baseados em obras cinematográficas. O seriado “Black Mirror”, por exemplo, foi responsável por boa parte das citações nas Redações nota 1000 do ENEM 2018.

Pensando nisso, elaboramos uma lista com 20 filmes que retratam o tema Racismo e que podem ajudar você na Redação do ENEM 2019, caso seja esse o tema. Essa citação argumentativa que utilizamos na Redação do ENEM para validar a tese que estamos desenvolvendo está alocada na Competência 3 do ENEM (Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista). Sabe-se que nossa tese é fundamentada com argumentos, para influenciar a opinião do corretor, tentando convencê-lo de que a ideia defendida está correta. É preciso, portanto, expor e explicar ideias

ESTRATÉGIAS ARGUMENTATIVAS

Mas que tipo de estratégias podem usar? São recursos utilizados para desenvolver os argumentos, de modo a convencer o leitor: • exemplos; • dados estatísticos; • pesquisas; • fatos comprováveis; • citações ou depoimentos de pessoas especializadas no assunto; • pequenas narrativas ilustrativas; • alusões históricas; e • comparações entre fatos, situações, épocas ou lugares distintos

Enfim, vamos a lista dos 20 filmes que retratam o tema Racismo

 

12 Anos de Escravidão

Selma

Dear White People

Histórias Cruzadas

A hora do Show

Mississipi em Choque

Duelo de Titãs

Frutivale Station

Vênus Negra

Manderlay

Tempo de Glória

Ao mestre com Carinho

Homens de Honra

Escritores da Liberdade

Entre os Muros da Escola

A cor de um crime

Encontrando Forrester

Separados, mas iguais

Preciosa: Uma história de esperança

O mordomo da casa Branca