Cronograma ENEM Intensivo – AGOSTO

Cronograma ENEM Intensivo – AGOSTO

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O primeiro motivo é simples, ELE É GRATUITO. Hoje em dia muitos professores e até mesmo estudantes cobram por um material desses. O segundo motivo é a credibilidade que o meu cronograma possui. Em 2019 mais de 100 mil pessoas baixaram esse Cronograma.

Vamos lá! Antes de mais nada, eu, Lucas Montini ou o VESTMapaMental não somos nenhuma empresa ou organização. Eu administro e crio todos os conteúdos de maneira individual e por isso me dá muito trabalho desenvolver esses materiais.

O Cronograma inciará dia 10

Pois bem, dentro do Cronograma eu coloquei diariamente assuntos que você deve estudar de maneira individual. No entanto, eu vou te ajudar com duas coisinhas: Em cada assunto eu vou disponibilizar pra você, um resumo em pdf daquele assunto e um mapa mental daquele assunto. Você clica, vem até o site e baixa os materiais. Sugiro também que, caso você não entenda algum conteúdo, procure por alguma videoaula no YouTube.

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E por último, a minha dica de cursinho, caso você queira ver videoaulas é o Explicaê. Eu uso esse Cursinho para me auxiliar e alguns conteúdos são sincronizados com a plataforma, o que vai facilitar muito pra você que pretende estudar usando os dois. Mas só assine caso você tenha condições, pois não é requisito. Se você quiser assiná-lo, eu possuo um DESCONTO muito interessante nos planos, basta clicar aqui.

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Cronograma ENEM Derradeiro – AGOSTO

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Vamos lá! Antes de mais nada, eu, Lucas Montini ou o VESTMapaMental não somos nenhuma empresa ou organização. Eu administro e crio todos os conteúdos de maneira individual e por isso me dá muito trabalho desenvolver esses materiais.

O Cronograma iniciará dia 10 de Agosto

Pois bem, dentro do Cronograma eu coloquei diariamente assuntos que você deve estudar de maneira individual. No entanto, eu vou te ajudar com duas coisinhas: Em cada assunto eu vou disponibilizar pra você, um resumo em pdf daquele assunto e um mapa mental daquele assunto. Você clica, vem até o site e baixa os materiais. Sugiro também que, caso você não entenda algum conteúdo, procure por alguma videoaula no YouTube.

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Cronograma de Estudos AGOSTO – Extensivo ENEM 2020

alerta de spoiler: O Cronograma está no fim da página :p

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Cronologia das matérias

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O Cronograma inicia no dia 10 de Agosto

Pois bem, dentro do Cronograma eu coloquei diariamente assuntos que você deve estudar de maneira individual. No entanto, eu vou te ajudar com duas coisinhas: Em cada assunto eu vou disponibilizar pra você, um resumo em pdf daquele assunto e um mapa mental daquele assunto. Você clica, vem até o site e baixa os materiais. Sugiro também que, caso você não entenda algum conteúdo, procure por alguma videoaula no youtube.

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Cronograma de AGOSTO – Quarentena ENEM

Oi, galera! Estamos vivendo um momento histórico e muito delicado já há alguns dias. Vocês sabem que eu desenvolvi vários Cronogramas de Estudos para o ENEM 2020. Vocês sabem também do meu compromisso em sempre tentar abranger o maior número de estudantes.

Sendo assim, como muita gente está em casa, mesmo na incerteza de acontecer ou não o ENEM, devemos estar preparados. Portanto, com tempo disponível para lazer (filmes, séries, leituras) resolvi criar um Cronograma de Estudos para VOCÊ que está de quarentena na sua casa e, obviamente, com tempo disponível para estudar.

Cronologia das disciplinas

Fiz com muito carinho e dedicação e claro, gratuito. O Cronograma iniciou no dia 23 de Março de 2020. Esse, portanto, é o Cronograma de Agosto que começa no dia 10 de Agosto e vai até o dia 29 de Agosto. Minha dica final é: Estude os assuntos e no dia seguinte, antes de iniciar as matérias novas, revise o que estudou no dia anterior, beleza?

Lembrando que, cada assunto do Cronograma, possui o auxílio de um resumo e um Mapa Mental que você pode baixar clicando no assunto. Depois disso, você será redirecionado até esse site para baixar os arquivos.

Você sabia que eu tirei 960 na Redação do ENEM ano passado? Eu reuni todas essas informações, estrutura e dicas no meu CURSO DE REDAÇÃO. Se você ficou interessado em participar, basta clicar aqui.

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Estupro

O que caracteriza o estupro é ausência de consentimento. O crime de estupro está previsto no artigo 213 do Código Penal Brasileiro. A lei brasileira de 2009 considera estupro qualquer ato libidinoso contra a vontade da vítima ou contra alguém que, por qualquer motivo, não pode oferecer resistência. Ou seja, não importam as circunstâncias, se foi contra a vontade própria da pessoa ou ela está desacordada é crime. Antes, o ato só era caracterizado quando havia conjunção carnal com violência ou grave ameaça.  Diante da perplexidade de todos, os movimentos feministas e pelos direitos humanos passaram a fazer campanhas contra a “cultura do estupro”.

Mas, afinal, o que é cultura do estupro?

A expressão “cultura do estupro” surgiu nos anos 1970 e foi usada por feministas para indicar um ambiente cultural propício a esse tipo de crime por ter mecanismos culturais (normas, valores e práticas) em que as pessoas acabam naturalizando e aceitando algumas violências em relação à mulher. Segundo esse conceito, o princípio que norteia essa cultura é a desigualdade social existente entre homens e mulheres. As mulheres são vistas como indivíduos inferiores e, muitas vezes, como objeto de desejo e de propriedade do homem – o que autoriza, banaliza ou alimenta diversos tipos de violência física e psicológica, entre as quais o estupro.   “Ela provocou”, “ela estava de saia curta”, “ela não deveria sair sozinha”, “ela não deveria estar na rua naquela hora”, “ela não deveria ter bebido” ou “ela é uma mulher fácil” — quando surge esse tipo de comentário que coloca em dúvida a denúncia da vítima, estamos diante de um traço da famigerada cultura do estupro.

Nesse contexto, as mulheres acabam se sentindo responsáveis, culpadas pela violência que sofreram e ficam com vergonha de denunciar. Outra situação recorrente é quando surge a argumentação de que o homem não consegue controlar seus instintos diante de uma mulher por quem sente atração e, por isso, ele não teria culpa pela sua falta de controle. É como se o ato brutal, a agressão, a violação fosse mera questão sexual como se a responsabilidade não fosse do agressor já que ele “não consegue se controlar”. 

A piada machista e depreciativa, o meme que compara uma mulher a um animal, o assédio no trabalho, a cantada na rua, o xingamento a uma mulher que se veste com roupas curtas, o silêncio e a omissão diante de um caso de agressão. Todos esses atos e exemplos reforçam e sustentam a violência contra a mulher. São comportamentos e hábitos vistos como banais, mas que podem reforçar a ideia de que a mulher seja vista como um objeto ou como alguém que vale menos.

Em uma cultura de estupro, o que se naturaliza são as diversas formas de violência associadas à sexualidade da mulher e seu direito ao próprio corpo e a seus desejos.  Crime sem denúncias e falta de punição Quando se fala em “estuprador”, é recorrente que a imagem seja de um sujeito doente, um psicopata, um “monstro” à espreita perseguindo mulheres na rua.  Mas a maioria dos casos de violência é praticada por homens considerados pessoas “comuns” pela sociedade e, em muitas situações, os abusadores são parentes ou amigos próximos da vítima. 

O levantamento realizado pelo Ipea aponta que 24,1% dos agressores das crianças são os próprios pais ou padrastos, e 32,2% são amigos ou conhecidos da vítima.

Dados de 2014 registraram a ocorrência de 47,6 mil episódios de violência sexual contra as mulheres. Isso significa que, a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada no país. Em 2015, as delegacias registraram 51.090 ocorrências. Mas o número de vítimas pode ser ainda maior.  Segundo estimativas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 527 mil pessoas sofrem algum tipo de violência sexual por ano no Brasil. A projeção foi feita em 2013 e tem como base dados do Ministério da Saúde, que fez o levantamento de vítimas em hospitais e postos de saúde da rede pública.

A incerteza do número de casos de estupro se deve ao fato de ele ser um dos crimes mais subnotificados no mundo todo. Nos Estados Unidos, por exemplo, 68% das ocorrências não são denunciadas pelas vítimas. No Brasil, o número é similar. Dados do Ministério da Justiça revelam que 64% das agressões sexuais não são notificadas na polícia para posterior investigação e punição. Entre os motivos de a vítima não denunciar a violência estão a vergonha moral do ato, o medo do julgamento social, o sentimento de culpa e o medo de ser julgada e maltratada por autoridades e por aqueles de quem deveria receber apoio e ajuda – em casa, na delegacia ou no hospital. Existem ainda casos em que a ví tima é menor de idade e convive com o agressor dentro de casa ou que o agressor é o próprio companheiro. 

Além de subnotificado, esse é um crime conhecido pela impunidade. No Rio de Janeiro, por exemplo, dados do Ministério Público mostram que apenas 6% dos casos de estupro chegam à Justiça.  Além disso, o exame de corpo delito é indispensável. No entanto, nem sempre o estupro deixa provas (como hematomas, material genético ou testemunhas) que possam provar se a relação sexual foi consentida ou não. Isso porque estupro pode ser realizado sem que haja outras violências físicas, basta uma ameaça. As provas mais comuns são o testemunho da vítima e as informações colhidas na unidade de Saúde que realizou o primeiro atendimento.

O Brasil tem uma herança cultural patriarcal. No período colonial a mulher ficava submissa a regras que limitavam seu modo de agir e se comportar. Algumas dessas funções eram definidas pelo grau de posição social, raça e hierarquia familiar. Prevalecia a busca pela conservação dos padrões da moral cristã e da honra. No entanto, havia uma clara hierarquia social. Por exemplo, a sociedade escravagista tolerava o estupro de negras escravas e índias por senhores de engenho.

No século 19, homens considerados “de bem” saiam impunes de casos judiciais de estupro (sedução, rapto e defloramento). No Código Civil de 1916, o homem era o chefe da família e a mulher era considerada “relativamente incapaz”. Até os anos 1970, a tese de “legítima defesa da honra” era admitida para inocentar quem assassinava a esposa. Nesse mesmo período, debatia-se no meio jurídico se o marido poderia ser sujeito ativo do crime de estupro contra sua esposa, uma vez que era dever dos cônjuges manter relações sexuais.