Cronograma de Estudos para quem estuda ou trabalha ENEM 2020 – Abril

Cronograma de Estudos para quem estuda ou trabalha ENEM 2020 – Abril

Olá, meu nome é Lucas Montini e vim aqui trazer mais um Cronograma de Estudos para você. Dessa vez, tentando alcançar mais pessoas, resolvi criar um Cronograma de Estudos para o ENEM específico para quem não tem um grande tempo disponível para estudar.

Talvez você estude em tempo integral ou trabalhe boa parte do seu dia, restando poucas horas disponíveis para estudar para o ENEM. Sendo assim, criei esse Cronograma mais compacto, porém, tentei manter a qualidade nos assuntos necessários para a sua preparação.

Ao invés de muitas matérias por dia, resolvi diminuir as matérias e manter o número de assuntos relevantes.

Cronograma Semanal 2020

O Cronograma irá iniciou em Março e esta é a versão do mês de Abril que iniciará no dia 1 de Abril até 30 de Abril. Você já pode realizar o DOWNLOAD dele.

Minha dica final é: Estude os assuntos e no dia seguinte, antes de iniciar as matérias novas, revise o que estudou no dia anterior, beleza?

Lembrando que, cada assunto do Cronograma, possui o auxílio de um resumo e um Mapa Mental que você pode baixar clicando no assunto. Depois disso, você será redirecionado até esse site para baixar os arquivos.

E por último, a minha dica de cursinho, caso você queira ver videoaulas é o Explicaê. Eu uso esse Cursinho para me auxiliar e alguns conteúdos são sincronizados com a plataforma, o que vai facilitar muito pra você que pretende estudar usando os dois. Mas só assine caso você tenha condições, pois não é requisito. Se você quiser assiná-lo, eu possuo um DESCONTO muito interessante nos planos, basta clicar aqui.

Eu também estou criando CRONOGRAMA PARTICULAR para o ENEM, FUVEST, UEL e UERJ de acordo com o nível que você tem mais dificuldade. Para conversar comigo sobre isso, basta clicar aqui

Finalmente, você chegou até aqui. E, com certeza, você quer o Cronograma, certo? Perfeito! Basta clicar no link abaixo e FAZER O DOWNLOAD.

Sarampo

O aumento de casos de sarampo no Brasil preocupa o país e provocou a perda do certificado de erradicação da doença fornecido pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) em 2016. A primeira reincidência ocorreu em 2018 nos estados de Amazonas e Roraima.

De acordo com o Ministério da Saúde, o genótipo do vírus (D8) encontrado no Brasil é o mesmo em circulação na Venezuela, país que apresenta o surto de sarampo desde 2017. Esse fato fez com que houvesse uma especulação sobre os novos casos, que teriam sido provocados pela importação do vírus.

A taxa recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de adesão às vacinas é de 95%, para garantir a proteção a determinado patógeno. No Brasil, porém, as taxas de adesão estão diminuindo e, nos estados de Roraima e Amazonas, ficaram abaixo dos 85%, cenário que contribuiu também para a rápida proliferação da doença.

Quantos casos de sarampo foram registrados?

De fevereiro de 2018 a janeiro de 2019, foram registrados 10.274 casos de sarampo no Brasil, sendo 9.778 apenas no estado do Amazonas, com 6 mortes confirmadas, e outros 355 casos em Roraima, com 4 mortes registradas. Outros registros isolados apareceram no Pará (61), Rio Grande do Sul (45), Rio de Janeiro (19), Sergipe (4), Pernambuco (4) e outros números inferiores de casos.

Por meio dos dados, o Ministério da Saúde realiza um monitoramento constante da situação, em que registrou no Amazonas o maior volume de novos casos registrados nos meses de junho e julho, e fevereiro e março em Roraima, ambos de 2018. Mesmo sendo alarmante, nos meses posteriores, exibe-se uma tendência ao decréscimo das ocorrências.

Como resolver o problema?

O principal objetivo do governo para conter o surto de sarampo é diminuir a incidência da doença e conquistar novamente o certificado de país livre da doença. Para isso, busca fortalecer as campanhas de combate contra o vírus e, consequentemente, aumentar a cobertura de vacinação por todo o país.

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), uma das mais conceituadas instituições de pesquisa do Brasil, divulgou um estudo sobre a vacinação no país. Nele, especialistas apontam a descrença no método e o desconhecimento das consequências da doença como principal motivo para a não vacinação.

Por esse motivo, aumentar o estímulo, a cobertura e o conhecimento sobre a vacinação e divulgar os sintomas, formas de transmissão e causas da doença são essenciais. Com isso, espera-se que as taxas de população vacinada voltem gradativamente às de 2015, quando o Brasil atingia os 95% de adesão recomendados pela OMS.

O que é sarampo?

O sarampo é uma doença infecciosa, altamente contagiosa e causada por vírus do gênero Morbillivirus, família Paramyxoviridae. A doença pode ser contraída por pessoas de qualquer idade, mas tem maior incidência em crianças com menos de um ano de idade. A contaminação é feita pelo ar, provocada por espirros, tosse e outras formas de contato com secreções contaminadas.

A presença de um sistema imunológico enfraquecido e a incidência da doença no local são mandatórias para contrair a doença e desenvolver estágios avançados. Por isso, as baixas taxas de vacinação provocam maiores chances de contágio, assim como a subnutrição, falta de vitaminas e presença de doenças imunossupressoras.

Sintomas do sarampo

Os sintomas do sarampo podem ser percebidos de 10 a 12 dias após o contato com o vírus. Por esse motivo, muitas vezes a infecção do vírus não é percebida no curto prazo, o que auxilia na sua proliferação. Em estágios mais avançados da doença, complicações graves podem começar a expressar-se no indivíduo, como cegueira, encefalite, diarreia, vômito, infecções de ouvido e respiratórias.

Os sintomas mais frequentes de sarampo são:

  • Febre alta;
  • Mal-estar;
  • Secreções no nariz;
  • Tosse;
  • Olhos vermelhos;
  • Manchas brancas dentro das bochechas;
  • Manchas vermelhas na pele (inicialmente no rosto e pescoço).

O sarampo é uma doença que ataca o sistema imunológico de quem a detém. Sendo assim, infecções secundárias podem ser contraídas e provocar a piora do quadro clínico do indivíduo, até o óbito em casos mais extremos.

Qual é o tratamento para sarampo?

Ainda não existe um tratamento específico para sarampo, por isso, apenas os sintomas da doença são controlados. Para complicações graves, é aconselhado o uso de antibiótico para infecções bacterianas (se surgirem), alimentação balanceada para fortalecer o organismo e hidratação para compensar os efeitos de vômitos e diarreias.

No caso de crianças, são dadas duas doses de vitamina A em um período de 24h. Essa vitamina é responsável por desenvolver e diferenciar as células de defesa do corpo, sendo uma aliada no combate às infecções do organismo. Além disso, tem função relacionada à proteção da córnea e ao fortalecimento das células das mucosas, ambas afetadas pelo sarampo.

Imunização e diagnóstico rápido da doença

Embora não tenha um tratamento específico, o tempo de diagnóstico é essencial para uma rápida recuperação e impedimento de evolução do sarampo para estágios mais graves. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece as vacinas em postos de saúde de acordo com o calendário de vacinação como forma de prevenção, já que, como dito, a doença não possui tratamento específico.

A primeira dose da vacina é oferecida para crianças de até 12 meses e é denominada tríplice viral. Essa vacina oferece não só proteção contra o sarampo, como também para rubéola e caxumba. A segunda dose deverá ser recebida aos 15 meses e conta também com a proteção para catapora, sendo denominada tetra viral.

No caso de utilização de planos de saúde, as operadoras normalmente não oferecem cobertura total do valor da vacina, mas as operadoras como a Amil, o Bradesco e SulAmérica oferecem descontos caso seja de interesse. Além disso, a vantagem de utilizar a rede particular para os cuidados com a doença é, principalmente, a rapidez de atendimento e diagnóstico e a oferta de facilidades para a internação.

Feminicídio

O feminicídio é o homicídio praticado contra a mulher em decorrência do fato de ela ser mulher (misoginia e menosprezo pela condição feminina ou discriminação de gênero, fatores que também podem envolver violência sexual) ou em decorrência de violência doméstica. A lei 13.104/15, mais conhecida como Lei do Feminicídio, alterou o Código Penal brasileiro, incluindo como qualificador do crime de homicídio o feminicídio.

Tipos de feminicídio

A Lei do Feminicídio não enquadra, indiscriminadamente, qualquer assassinato de mulheres como um ato de feminicídio. O desconhecimento do conteúdo da lei levou diversos setores, principalmente os mais conservadores, a questionarem a necessidade de sua implementação. Devemos ter em mente que a lei somente aplica-se nos casos descritos a seguir:

Violência doméstica ou familiar: quando o crime resulta da violência doméstica ou é praticado junto a ela, ou seja, quando o homicida é um familiar da vítima ou já manteve algum tipo de laço afetivo com ela. Esse tipo de feminicídio é o mais comum no Brasil, ao contrário de outros países da América Latina, em que a violência contra a mulher é praticada, comumente, por desconhecidos, geralmente com a presença de violência sexual.

Menosprezo ou discriminação contra a condição da mulher: quando o crime resulta da discriminação de gênero, manifestada pela misoginia e pela objetificação da mulher.

Quando o assassinato de uma mulher é decorrente, por exemplo, de latrocínio (roubo seguido de morte) ou de uma briga simples entre desconhecidos ou é praticado por outra mulher, não há a configuração de feminicídio. O feminicídio somente qualificará um homicídio nos casos descritos nos tópicos acima.

Objetivo e a importância da Lei do Feminicídio

Em razão dos altíssimos índices de crimes cometidos contra as mulheres que fazem o Brasil assumir o quinto lugar no ranking mundial da violência contra a mulher, há a necessidade urgente de leis que tratem com rigidez tal tipo de crime. Dados do Mapa da Violência revelam que, somente em 2017, ocorreram mais de 60 mil estupros no Brasil. Além disso, a nossa cultura ainda se conforma com a discriminação da mulher por meio da prática, expressa ou velada, da misoginia e do patriarcalismo. Isso causa a objetificação da mulher, o que resulta, em casos mais graves, no feminicídio.

A imensa quantidade de crimes cometidos contra as mulheres e os altos índices de feminicídio apresentam justificativas suficientes para a implantação da lei 13.104/15. Além disso, são necessárias políticas públicas que promovam a igualdade de gênero por meio da educação, da valorização da mulher e da fiscalização das leis vigentes.

Feminicídio reprodutivo

Os tipos de feminicídio são, basicamente, aqueles apresentados pela lei (em decorrência da violência doméstica e da misoginia com ou sem violência sexual). Porém, a pesquisadora Jackeline Aparecida Ferreira Romio, doutora em Demografia pela Unicamp, qualifica em sua pesquisa outro tipo de feminicídio, o feminicídio reprodutivo, que decorre de abortos clandestinos feitos em clínicas ilegais ou por meio de métodos caseiros.

Essa polêmica classificação de Jackeline Romio é importante por chamar a atenção para o fato de que o feminicídio também decorre, estruturalmente, de um sistema legal que imprime a misoginia na forma de controle social sobre a mulher. A proibição do aborto é uma forma de controlar o corpo e, concomitantemente, de manter um certo tipo de poder sobre as mulheres, além de não ser uma medida eficaz contra a prática.

O que vemos, em geral, é que a proibição legal não cessou o número de abortos cometidos, mas fez com que as mulheres procurassem as clínicas ilegais, geralmente locais sem condições sanitárias mínimas para realizar qualquer procedimento de saúde, ou as aborteiras, que se utilizam de métodos caseiros igualmente perigosos.

Feminicídio no Brasil

Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), entre 2007 e 2011, ocorreu, em média, um feminicídio a cada uma hora e meia no Brasil, o que resultou em um total de 28.800 feminicídios registrados no período. O Mapa da Violência de 2015 aponta a ocorrência de 13 feminicídios por dia no Brasil contra os 16 apontados na amostragem do IPEA de 2007 a 2011.

A maior parte desses crimes é praticada por homens que vivem ou viveram com a vítima, sendo namorados, parceiros sexuais ou maridos. Além dos altos índices de feminicídio, existem ainda muitos casos de estupro e lesão corporal gerada por violência doméstica.

Diante de tantos dados de crimes cometidos contra as mulheres e do fato de o Brasil ocupar o quinto lugar no ranking de violência contra a mulher (ficando à frente de países árabes em que a Lei Islâmica é incorporada no sistema legal oficial), é necessário pensar a origem de tanta violência.

Cronograma de Abril – Quarentena ENEM

Oi, galera! Estamos vivendo um momento histórico e muito delicado já há alguns dias. Vocês sabem que eu desenvolvi dois Cronogramas de Estudos para o ENEM 2020. Um Cronograma normal e um específico para quem trabalha. Vocês sabem também do meu compromisso em sempre tentar abranger o maior número de estudantes.

Sendo assim, como muita gente está em casa, mesmo na incerteza de acontecer ou não o ENEM, devemos estar preparados. Portanto, com tempo disponível para lazer (filmes, séries, leituras) resolvi criar um Cronograma de Estudos para VOCÊ que está de quarentena na sua casa e, obviamente, com tempo disponível para estudar.

Cronologia das disciplinas

Esse Cronograma segue o mesmo modelo dos outros, porém, iniciei com assuntos diferentes. Mas não esquente, beleza? Lá na frente, todos esses Cronogramas irão se encontrar e formar APENAS UM – o de revisão.

Fiz com muito carinho e dedicação e claro, gratuito. O Cronograma irá iniciou no dia 23 de Março de 2020. Esse, portanto, é o Cronograma de Abril que começa no dia 1 de Abril e vai até o dia 30 de Abril. Minha dica final é: Estude os assuntos e no dia seguinte, antes de iniciar as matérias novas, revise o que estudou no dia anterior, beleza?

Lembrando que, cada assunto do Cronograma, possui o auxílio de um resumo e um Mapa Mental que você pode baixar clicando no assunto. Depois disso, você será redirecionado até esse site para baixar os arquivos.

Você sabia que eu tirei 960 na Redação do ENEM ano passado? Eu reuni todas essas informações, estrutura e dicas no meu CURSO DE REDAÇÃO. Se você ficou interessado em participar, basta clicar aqui.

E por último, a minha dica de cursinho, caso você queira ver videoaulas é o Explicaê. Eu uso esse Cursinho para me auxiliar e alguns conteúdos são sincronizados com a plataforma, o que vai facilitar muito pra você que pretende estudar usando os dois. Mas só assine caso você tenha condições, pois não é requisito. Se você quiser assiná-lo, eu possuo um DESCONTO muito interessante nos planos, basta clicar aqui.

Eu também estou criando CRONOGRAMA PARTICULAR para o ENEM, FUVEST, UEL e UERJ de acordo com o nível que você tem mais dificuldade. Para conversar comigo sobre isso, basta clicar aqui

Finalmente, você chegou até aqui. E, com certeza, você quer o Cronograma, certo? Perfeito! Basta clicar no link abaixo e FAZER O DOWNLOAD.

Edital do ENEM 2020 é divulgado

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou nesta terça-feira, 31 de março, a publicação dos editais de inscrição e de isenção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. 

Aqueles que queiram participar da edição de 2020 do Exame deverão se inscrever no prazo de 11 a 22 de maio. A taxa continua a mesma do ano passado, no valor de R$ 85, que deverá ser paga até 28 de maio.

Acesse aqui o Edital do Enem 2020

Isenção

O prazo para isenção já começa no próximo dia 06 de abril e segue até o dia 17 seguinte, para as pessoas que se enquadrarem em um dos três perfis abaixo.

– Estar cursando a última série do Ensino Médio, em 2020, em escola da rede pública;
– Ter cursado todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada, além de ter renda, por pessoa, igual ou menor que um salário mínimo e meio;
– Ser membro de família baixa renda e inscrito no CadÚnico, informando o Número de Identificação Social (NIS), único e válido, além de ter renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal de até três salários mínimos.

Os requerimentos e as justificativas de ausência na edição anterior devem ser feitas pela internet, durante o mesmo prazo dos pedidos de isenção, ou seja, de 06 a 17 de abril, na Página do Participante, com acesso pelo computador ou celular.

O resultado dos pedidos de isenção Enem 2020 sairá no dia 24 de abril. Aqueles que não forem beneficiados com a isenção ou não teve a justificativa de ausência validada poderão interpor recurso no prazo de 27 de abril até 1º de maio. As respostas do Inep serão divulgadas no dia 07 de maio.

Inscrições

As inscrições do Enem 2020 serão recebidas de 11 a 22 de maio, através da Página do Participante ou pelo aplicativo oficial do Enem. 

Os que tiverem o pedido de isenção aceito deverão se inscrever no mesmo prazo dos demais estudantes. O benefício da isenção será confirmado ao fim do processo de inscrição, de forma automática. Os que não obtiverem o benefício, precisam efetuar o pagamento da taxa para ter a inscrição efetivada no sistema.

Nome Social

Os candidatos que desejarem fazer a solicitação pelo nome social nas provas do Enem 2020 deverá fazer o pedido de 25 a 29 de maio. O resultado está previsto para 05 de junho. Os que não tiverem seus pedidos atendidos poderão entrar com recursos entre os dias e 12 seguintes. A resposta destes está prevista de ser divulgada em 18 de junho.

Novidades

Pela primeira vez, os participantes terão que escolher pela realização do Enem 2020 de forma presencial – tradicional – ou digital. O Inep ofertará até 100 mil vagas para quem quiser participar da versão digital das provas.

O aumento da oferta do Enem Digital ocorrerá de forma gradativa. A previsão é que a consolidação deste modelo seja feita até o ano de 2026. A estrutura do Exame será igual à da versão impressa. Contudo, neste primeiro ano, por se tratar de uma fase teste, não estará disponível a opção “treineiros”.

Além do Enem Digital, este ano será obrigatória a inclusão de foto atual do participante no sistema de inscrição, que deverá ser utilizada para procedimento de identificação no momento da prova. 

Provas

Em relação as provas, o Inep informou que a estrutura continuará a mesma, com dois domingos de aplicação: 1º e 08 de novembro. Já a versão digital do Exame ocorrerá antes, no mês de outubro, nos dias 11 e 18.

Apesar das datas e formatos diferentes, as provas terão o mesmo conteúdo.

No dia das provas tradicionais do Enem 2020, os portões de locais de prova do Enem serão abertos às 12h e fechados pontualmente às 13h. As provas terão início às 13h30 e serão encerradas às 19h, no primeiro domingo. No domingo seguinte, elas vão até às 18h30.

Os candidatos poderão entrar nos locais de prova até às 13h e, a partir de tal momento, ficarão nas salas de aula para os procedimentos de segurança e aguardarão o início das provas às 13h30. 

Em seu primeiro dia, o Enem terá provas constituídas de 45 questões objetivas de Ciências Humanas, 45 sobre Linguagens e Códigos e uma Redação, com duração total de 5h30.

No domingo seguinte, os participantes darão sequência ao exame e responderão 45 perguntas de Ciências da Natureza e 45 sobre Matemática, tudo isso em 5h. 

Gabarito do Enem 2020

O gabarito oficial do Enem 2020 será publicado até o terceiro dia útil após a realização das últimas provas.O Inep não aceitará recursos contra a resolução das questões. 

O resultado do Enem 2020 está previsto para janeiro de 2021 e a pontuação dos treineiros é provávvel que saia em março junto com a divulgação do espelho da redação.

Datas Enem 2020

  • Isenção: 06 a 17 de abril
  • Requerimentos e as justificativas de ausência na edição anterior: 06 a 17 de abril
  • Resultado isenção: 24 de abril
  • Inscrições: 11 a 22 de maio Nome social: 25 a 29 de maio
  • Provas – Enem Digital: 11 e 18 de outubro
  • Provas – Enem Impresso: 1º e 08 de novembro
  • Resultado: janeiro de 2021

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Desemprego

Os primeiros números do ano de 2020 sobre o mercado de trabalho foram publicados em 28 de fevereiro pelo IBGE. A taxa de desemprego no Brasil ficou em 11,2% no trimestre encerrado em janeiro, atingindo 11,9 milhões de pessoas, segundo a PNAD Contínua. Já índice de ocupação ficou em 94,2 milhões de pessoas empregadas.

Em relação trimestre encerrado em janeiro de 2019, quando a taxa foi de 12%, houve queda de 0,8 ponto percentual. Já tendo como referência o trimestre encerrado em outubro, o recuo foi de 0,4 ponto percentual.

 Entretanto, na comparação com o trimestre encerrado em dezembro, quando a taxa foi de 11%, a taxa em 2020 apresentou alta de 0,2 ponto percentual – o primeiro avanço desde o trimestre encerrado em março do ano passado. No entanto, o IBGE apenas considera comparáveis os resultados de um mesmo trimestre e de 3 meses de intervalo.