Cronograma ENEM 2019 – Veja como estudar gratuitamente

Cronograma ENEM 2019 – Veja como estudar gratuitamente

Dezembro é um mês para se descansar após a desgastante rotina de estudante se preparando para as provas do ENEM e Vestibulares. No entanto, também é um mês para iniciar a sua organização para o próximo ano.

Para isso, nós, do VESTMapaMental, criamos um Cronograma GRATUITO para o ENEM 2019. Também desenvolvemos um vídeo explicando o Cronograma, veja abaixo ou clique aqui.

Qual a nota mínima para se inscrever no Sisu?

Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi criado pelo Ministério da Educação (MEC), com objetivo de possibilitar o acesso de estudantes às universidades públicas brasileiras, através do desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Para participar da seleção e concorrer às vagas, basta realizar a sua inscrição nos períodos determinados pelo MEC, que acontecem duas vezes ao ano e geralmente são abertos na última semana de Janeiro e no mês de Maio.

Que nota preciso tirar no Enem para passar no Sisu?

A primeira exigência para se inscrever no Sisu é ter feito a edição mais recente do Enem. O sistema não exige uma nota mínima nas provas, basta ter nota superior a zero na redação. O que pode acontecer é, a depender do curso que você deseja fazer, a universidade pode determinar o desempenho mínimo exigido para se candidatar a cada curso, e também atribuir pesos diferentes a cada uma das provas do Enem. Dessa forma, nem sempre o seu resultado do Enem será a nota utilizada no processo seletivo. Esta informação fica disponível para o candidato durante o período de inscrição na plataforma do Sisu: http://sisu.mec.gov.br/.

Cursos mais concorridos do Sisu

O curso escolhido é um fator determinante para conseguir passar no Sisu com a nota do Enem. Alguns cursos são mais concorridos do que outros, e a nota de corte (nota mínima) pode ser mais alta. Entre os cursos mais concorridos do Sisu, estão: Medicina, Direito, Pedagogia, Ciências Econômicas, Administração e Engenharias. Durante o período de inscrição, a plataforma do Sisu atualiza a nota de corte automaticamente. O candidato pode acompanhar essas mudanças, que podem acontecer ou não, e se ele ainda está garantido para aquela vaga. Além disso, ele pode mudar a sua primeira e segunda opção de curso nesse período, se desejar

Esta estudante tirou fotos arrepiantes para mostrar como é sofrer de ansiedade

Conheça Katie Joy Crawford, uma estudante de fotografia de 23 anos que vive em Baton Rouge, Louisiana.

Para seu trabalho de graduação, Crawford decidiu fazer uma série de fotografias que captariam suas experiências com a depressão e a ansiedade. A série — que se chama Meu coração ansioso — é composta por 12 autorretratos evocativos e legendas pessoais, que transmitem os efeitos incapacitantes da doença mental. Crawford levou cerca de três horas em cada foto, usando uma câmera remoto para tirá-las.

“Isso se tornou uma experiência catártica para mim, que levou à cura e autoconhecimento enormes”, Crawford disse ao Buzzfeed. “Quero que aqueles que sofrem, sintam que têm uma voz e uma mão para segurar. Não quero que ninguém se sinta sozinho nunca, já que ansiedade e a depressão podem fazer com que a pessoa se isole”.

Aqui estão algumas fotos e legendas de sua série excepcional…

Sobre se sentir como se estivesse sufocando:

 

“Eles continuam repetindo que eu devo respirar. Posso sentir meu peito se movendo para cima e para baixo. Para cima e para baixo. Para cima e para baixo. Mas por que sinto como se estivesse sufocando? Coloco a mão debaixo do meu nariz, certificando-me de que há ar. Ainda assim, não consigo respirar”.






 

Sobre estar preso dentro de sua própria cabeça:

 

“Uma prisioneira de minha própria mente. A instigadora dos meus próprios pensamentos. Quanto mais penso, pior fica. Quanto menos penso, pior fica. Respire. Simplesmente respire. Fique vagando. Melhorará em breve”.

 

Sobre sentir-se preso em sua vida:

 

 

“Tenho medo de viver e tenho medo de morrer. Que maneira complicada de existir”.






 

Sobre sentir-se impossibilitado de tomar uma atitude:

“É estranho — na boca do estômago. É como quando você está nadando e quer colocar os pés no chão, mas a água é mais profunda do que você imaginou. Você não consegue tocar no fundo e seu coração pára por um segundo”.






 

Sobre a oscilação desgastante entre a depressão e a ansiedade:

“A depressão é quando você não consegue sentir nada. A ansiedade é quando você sente demais. Ter ambas é uma guerra constante dentro de sua própria mente. Ter ambas, significa não ganhar nunca”.






 

Sobre se sentir preso:

 

“Você foi criado para mim e por mim. Você foi criado para o meu isolamento. Você foi criado pela defesa venenosa. Você é feito de medo e mentiras. Medo de promessas não correspondidas e de perder a confiança tão raramente dada. Você foi se formando ao longo da minha vida. Cada vez mais forte”.





Saiba como é corrigida a prova de redação do Enem 2018

Uma das avaliações mais temidas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a redação foi respondida no primeiro dia de avaliação, em 04 de novembro, quando os participantes dissertaram sobre a “manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”. O resultado do Enem 2018 está previsto para janeiro de 2019, mas uma das dúvidas que acompanha os participantes desde a preparação até a entrega da folha de respostas é: como é corrigida a redação?

De modo geral, “a nota final do participante será a média aritmética das notas totais atribuídas pelos corretores”, sinaliza o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Pelo menos dois avaliadores farão a correção da redação, de forma independente. A cada competência, serão atribuídas notas de zero a 200 pontos – estas serão base para a pontuação final, que varia de zero a 1.000 pontos.

Correção da prova de redação do Enem 2018

Um dos pontos sinalizados pelo Inep é a discrepância na correção da prova do Enem 2018, que ocorre quando as notas totais apresentadas por cada um dos corretores têm diferença de mais de 100 pontos. Também há caracterização de discrepância quando a diferença de notas supera 80 pontos em qualquer uma das competências.

Nota final da redação

Para a determinação da nota final da redação, são consideradas quatro possibilidades além do estipulado na Cartilha de Redação do Enem 2018:
Sem discrepância: a pontuação será resultado da média aritmética das notas totais atribuídas pelos dois corretores
Com discrepância entre os dois corretores: será apresentado um recurso automático e um terceiro corretor fará a avaliação. Caso a terceira pontuação seja “equidistante das notas totais atribuídas pelos outros corretores”, as notas anteriores serão descartadas e uma banca fará nova avaliação.
Sem discrepância entre o terceiro e os dois primeiros corretores: a nota final da redação será a média aritmética entre as duas notas totais que mais se aproximarem e as demais serão descartadas. Esse procedimento também é adotado caso haja divergência entre o terceiro corretor e apenas um dos dois primeiros corretores.
Com discrepância entre o terceiro e os outros dois corretores: será adotado um novo recurso automático. As notas anteriores serão descartadas e uma banca atribuirá ao candidato a nota final.

Como usar o Enem

Diversas faculdades já permitem usar o Enem como critério de seleção para o ingresso no ensino superior, seja complementando ou substituindo o vestibular. Estudantes também podem utilizá-lo para ingressar em faculdades públicas, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), faculdades particulares concorrendo a uma bolsa do Programa Universidade para Todos (Prouni), conseguir o Financiamento Estudantil (Fies).

18 histórias de perrengues inesquecíveis que aconteceram durante o ENEM

Já imaginou se você começasse ter uma crise de riso do nada ou entrar em trabalho de parto antes da prova?

 

1. Parem este ônibus!

“Eu morava em uma cidade do interior e a prova era na cidade vizinha. Então, a escola alugou dois ônibus para levar os alunos que fariam a prova até a cidade vizinha. Na hora de entrar no ônibus fizeram a separação dos alunos conforme o local da prova e eu e minha amiga ficamos em ônibus separados. No meio do caminho eu me liguei que os documentos dela estavam comigo. Pedi pro motorista do meu ônibus fazer o ônibus da frente parar pra eu poder ir lá entregar os documentos dela, senão ela nem conseguiria fazer a prova. Na época, com 15/16 anos e os dois ônibus lotados de adolescentes da mesma idade dá pra imaginar o quanto fui vaiada o tamanho do mico né?” – Roberta Giandeli Moreira

2. Isso não me cheira bem.

“A primeira vez que eu fui fazer o ENEM eu fui a única mulher na sala (além da professora que estava dando a prova, claro) eu e mais uns 40 homens, tentei não pensar nisso e comecei a fazer a prova, ai ouço um peido MUITO alto e a sala inteira começa a rir e a feder, claro né! Homens”. – Roberta Roberti

3. O crush acabou com a minha vida acadêmica.

“Fui fazer a prova no primeiro dia e tava toda feia. Encontrei um colega que eu achava muuito liindo e não via há séculos! Pois bem, fiquei lá tentando fazer fusão com a parede pra ver se ele não me via toda cagada daquele jeito. Fui bem na prova e tal, mas já saí pensando: “Amanhã vou falar com ele”.

No outro dia eu acordei SUPER cedo. Meu cabelo era até a bunda, lavei, escovei, e inventei de fazer babyliss. Só que eu tava fazendo de frente pro espelho, e teve uma hora que eu coloquei o babylissnum banquinho para separar uma mecha, e quando fui pegar de volta (olhando no espelho) eu buguei. PENSA QUE EU PEGUEI NO NEGÓCIO QUENTE E AINDA LEVANTEI E COMEÇOU A FAZER BARULHINHO TIPO TSSSSS QUEIMANDO MEUS DEDOS.





Que dor, bicho! Soltei no chão mas já era tarde, 3 dedos da mão direita com bolhas e uma na palma da mão.

Não conseguia segurar nada, tentei dar uma treinada com a mão esquerda mas não tinha a menor condição de fazer uma redação com tudo torto”. – Amanda Souza Gasparotti

4. O meme da vida real.

“Ano passado fui fazer a prova e já estava na sala na hora do fechamento dos portões, tava todo mundo muito tenso e sério. quando deu 12h59 a gente começou a ouvir a gritaria, todo mundo da sala começou a rir, a fiscal foi pra janela olhar falando “gente, meu sonho ver os atrasados ao vivo”. A última menina que entrou no prédio era da minha sala e a gente comemorou quando ela entrou na sala suada e exausta”. – Joyce Emilly Souza




5. Presente.

O primeiro enem que eu fiz um moço que chegou na nossa sala e perguntou: tem alguma Aline aqui? E todas as Alines levantaram a mão. – Aline Müller G. Dourdan

6. Melhor sobrar do que faltar.

“Na hora da inscrição perguntavam se eu queria alguma ajuda ou precisava de algo. Coloquei que queria uma cadeira de canhoto porque nunca tem cadeira de canhoto. Eles me deram uma sala só para mim entenderam que eu precisava de ajuda para fazer a prova. Aí quando cheguei na sala eu levei um susto e a professora perguntou o que eu precisava é eu respondi “só pedi uma cadeira de canhoto”‘. – Pamela Verdan

7. Quando a fama vem pelos motivos errados.

“Meu irmão participou do primeiro ENEM e a TV local foi justo na sala dele fazer uma matéria. Ele era o primeiro da lista de nomes e era muito tímido. Ele tinha crise de gagueira quando ficava nervoso e aí deu a entrevista toda gaguejando e não falava nada com nada, coitado. A matéria foi reprisada 3x que era pra cidade inteira assistir”. – Karina Belarmino




8. Pra quê ajudar se pode atrapalhar?

“Lá em 2003, quando o ENEM era tudo mato, eu quebrei o tornozelo e tive que ir fazer a prova com o pé engessado. Minha sala era no terceiro andar, tive que subir de escada, com dois fiscais me ajudando. Quando acabei a prova foi a mesma coisa pra descer.

Quando chegamos no último degrau da última escada a mulher responsável pela organização “Mas porque não avisaram que tinha alguém com a perna quebrada? Eu ligava o elevador!”‘ – Mari Mendonça

9. Rimos muito, quase fui eliminada.

“Quando eu fico nervosa fico com o riso frouxo. No momento da prova a sala em absoluto silêncio, só se ouvia barulho de gente virando a página e fungando o nariz, aquilo foi provocando um incômodo tão grande que eu tive uma crise de riso. Eu disparei a rir muito alto e não conseguia parar. O fiscal precisou me retirar da sala até que eu conseguisse me controlar e eu só voltei pra sala 15 minutos depois”. – Raiane Samara

a e os inspetores precisaram me ajudar a sair da cadeira porque eu tava tremendo muito. Eles me levaram até o banheiro e do banheiro ate o portão da saída pra me entregar pro meu irmão”. – Lorena Madureira




11. Pruuu Pruuuu.

“Não foi comigo mas uma pomba entrou na sala e fez cocô na prova de uma menina, sorte que foi na folha de perguntas e deram outra pra ela”. – Júlia Carrer Hallak

12. Prova antes da prova.

“Quando fui fazer a prova em 2014, minha identidade tem minha foto de criança

e falaram que não valia, chorei muito e a moça disse que se eu conseguisse soletrar meu nome 3x seguidas ela me deixava entrar 🤷” – Jhiwslayne Vieira

13. Graaaaaaaaur

“No primeiro dia de provas, minha ansiedade me deu um dibre tão lindo. Eu tava bem e não estava nervosa. Foi começar a prova que minha barriga começou a fazer uns barulhos tipo um bebê dinossauro rugindo, eu tossia pra disfarçar mas a sala tava muito quieta. A moça que cuida da sala viu que o pessoal começou a olhar pra mim e perguntou se eu estava bem. Pedi pra ir no banheiro e não tinha nada de errado comigo, só a barriga fazendo uns barulhos… foi muito estranho.

No final das contas, consegui voltar e fazer a prova de boas, acho que o bebê dinossauro foi bonzinho e me deixou terminar”. – Rafaely Mends




14. Feliz Natal.

“Eu não consigo me concentrar depois de um tempo. É tanta pergunta que minha cabeça não começa a pensar em mais nada. No último ENEM eu sentei ao lado da janela e lá pelo meio da prova eu tava surtando. Fiquei o maior tempão observando um moço enfeitar a casa para o Natal e o fiscal me olhando desconfiado, não passei na prova, mas a casa dele ficou linda”. – Kelly Pala

15. Quando a prova é o evento secundário.

“Teve um ano em que eu fui fazer a prova e era o dia do baile de debutantes da cidade, todas as meninas (inclusive eu!) estavam com o cabelo enrolado nos bobes e a maquiagem pré-pronta. No dia seguinte um amigo meu passou mal e gorfou em cima da prova”. – Ana Laura Pille

16. Ninguém perdoa nada.

“No segundo ano em que fiz o ENEM, a aplicadora tinha acabado de falar sobre celular tocando durante a prova e começamos. Com pouco tempo o telefone dela começa a tocar “Pássaro de Fogo” na maior altura. Ela correu desesperada pra desligar e um dos meninos que também estava fazendo a prova gritou ‘TÁ ELIMINADA!!’, foi um custo pra todo mundo parar de rir e voltar a fazer a prova”. – Gabriel Resende




17. Na trave!

“Meu pai me deixou na entrada da escola, entrei e esperei dar 15 minutos para entrar na sala. Faltando uns 10 minutos pros portões fecharem e entrei na fila. Até que quando chegou a minha vez de entrar na sala, a mulher falou: “Moça, aqui não é sua sala! Seu colégio é o colégio do lado, corre que só faltam 3 minutos pros portões fecharem!”. Foi eu pisar no colégio e as grades fecharam. Os dois colégios tinham a mesma cor, dividiam o mesmo muro e não tinha o nome enorme na frente”. – Renata Fidelis

18. Mensagem subliminar.

Aqui em Curitiba existe o Carro do sonho (uma empresa que vende sonho dentro do porta mala dos carros, com um mega fone altíssimo). Fui fazer o enem super nervosa. Depois de uns 15 minutos fazendo a redação, começo a escutar o carro do sonho passando. Fiquei a prova inteira escutando o locutor do sonho falando. Quando sai da sala, descobri q o pneu do carro tinha furado e ele estacionou na frente da escola em que eu estava. Resultado: passei a prova inteira escutando

“Olha aí, freguesia, é o carro do sonho que está passando! É o sonho, bem fresquinho. É o sonho dE nata, sonho dE crÊmE, docE dE lÊitÊ […] e goiaba o sonho, freguesia!” (Leia-se com o sotaque mais curitibano possível) – Mirela Brasil

Estudante usa fitinhas coloridas para ajudar um analfabeto a entender a receita médica

A estudante de medicina colou adesivos nas caixas de remédios e na própria receita

Mais de 150 mil pessoas curtiram este tuíte da Gabi, que mostrou como a irmã, estudante de medicina, tornou uma receita acessível para um paciente analfabeto

A irmã se chama Manuela e estuda na Universidade Federal do Pará.

Ela ficou feliz com a repercussão e fez um post explicando que teve a ideia em conjunto com sua professora, a Dra. Rayssa Pinheiro Miranda. “Deveríamos nos preocupar em passar a mensagem pro paciente de uma forma clara, se preocupando de verdade com o tratamento dele”, ela escreveu.

“Hoje nos deparamos com um paciente que apesar de ter suas caixas de remédios adesivadas de acordo com o horário que deveria tomar cada medicação, não conseguia lembrar o significado de cada fita, e continuava tomando a medicação de forma errada. Foi então quando eu perguntei pra Dra Rayssa se podia fazer pra ele essa receita que vocês veem na foto.”

Manuela recebeu muitos elogios, principalmente porque não é uma atitude tão comum como deveria ser.

Até melhorando a imagem dos médicos depois de casos em que vimos atitudes opostas.