Alienação Parental

Analfabetismo no Brasil

Durante todos esses dias de estudos, nós vimos como iniciar uma Introdução, argumentar no Desenvolvimento e elaborar uma proposta de intervenção na Conclusão. Portanto, a partir de hoje, você desenvolverá sua redação de acordo com os temas que forem sendo adicionados no Cronograma.

Vou colocar textos motivadores aqui. Após isso, tentem elaborar a Redação de vocês.

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios do Analfabetismo no Brasil” apresentando proposta de intervenção. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I

Disponível em: http://3.bp.blogspot.com/o5APVAYBCUs/UCWxbhTuyaI/AAAAAAAAAQk/8C8VDqx9HqQ/s1600/313066_473361359355177_1594481690_n.jpg – Acesso em: 8 jun. 2017).

TEXTO II

A taxa de analfabetismo entre brasileiros com 15 anos ou mais em 2014 foi estimada em 8,3% (13,2 milhões de pessoas), segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano de 2013, esse indicador havia sido de 8,5% (13,3 milhões). O número de analfabetos é maior do que a população inteira da cidade de São Paulo, cerca de 12 milhões de pessoas, segundo estimativa do IBGE.

[…]

A pesquisa também considerou a taxa de analfabetismo funcional. Ela é definida pelo IBGE como a proporção das pessoas com 15 anos ou mais com menos de 4 anos de estudo em relação ao total de pessoas na população com a mesma faixa etária.

Neste grupo, o analfabetismo funcional passou de 18,1% em 2013 para 17,6% em 2014. A principal redução foi verificada na Região Norte, passando de 21,6% para 20,4%, queda de 1,2 ponto percentual.

A Região Nordeste manteve-se com a taxa de analfabetismo funcional mais alta no País, 27,7% em 2013 e 27,1% em 2014. As Regiões Sudeste e Sul também continuam a apresentar os indicadores mais baixos, 12,7% e 13,8%, respectivamente.

(Disponível em: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2015/11/taxa-de-analfabetismo-cai-43-pontos-percentuais-em-14-anos-diz-ibge.html – Acesso em: 8 jun. 2017).

TEXTO III

São chamados de analfabetos funcionais os indivíduos que, embora saibam reconhecer letras e números, são incapazes de compreender textos simples, bem como realizar operações matemáticas mais elaboradas. No Brasil, conforme pesquisa feita pelo Instituto Pró-Livro, 50% dos entrevistados declararam não ler livros por não conseguirem compreender seu conteúdo, embora sejam tecnicamente alfabetizados. Outra pesquisa, realizada pelo Instituto Paulo Montenegro e pela Ação Educativa, revelou dados da oitava edição do Indicador de Analfabetismo Funcional, o Inaf, cujos resultados são alarmantes.

De acordo com o Inaf, a alfabetização pode ser classificada em quatro níveis: analfabetos, alfabetizados em nível rudimentar (ambos considerados analfabetos funcionais), alfabetizados em nível básico e alfabetizados em nível pleno (esses dois últimos considerados indivíduos alfabetizados funcionalmente). Conforme a pesquisa, que aplica um teste avaliando as habilidades de leitura, escrita e Matemática, o domínio pleno da leitura vem sofrendo queda entre todos os entrevistados, tendo eles concluído o Ensino Fundamental ou o Ensino Superior. Os dados mostram que o problema do analfabetismo funcional deve ser levado a sério, pois a dificuldade de compreensão dos gêneros textuais, mesmos os mais simples e mais acessados no cotidiano, prejudica o desenvolvimento intelectual, pessoal e profissional do indivíduo.

Embora o número de analfabetos tenha diminuído no Brasil nos últimos quinze anos, o analfabetismo funcional ainda é um fantasma que atinge até mesmo estudantes que frequentam o ensino superior, desfazendo o mito de que ele estaria intrinsecamente relacionado à baixa escolaridade. As pesquisas desenvolvidas sobre o índice de analfabetismo funcional no país são de extrema importância, já que promovem o debate entre diversos grupos sociais responsáveis por desenvolver um novo parâmetro educacional a partir da discussão das causas e efeitos do Inaf.

Desenvolver métodos que priorizem o letramento é fundamental para que o analfabetismo funcional seja superado, e para isso é inquestionável a importância do trabalho conjunto entre pais e professores. Engana-se quem acredita que cabe somente à escola o papel de alfabetizar e letrar, visto que o letramento é uma prática presente em diversas situações do cotidiano, envolvendo não apenas a leitura tecnicista de textos, mas também o desenvolvimento da criticidade e capacidade de elaborar opiniões próprias diante dos conteúdos acessados. A aprendizagem deve ser universalizada, propiciando assim que todos os leitores atinjam o nível pleno da alfabetização funcional.

(Disponível em: http://brasilescola.uol.com.br/gramatica/analfabetismo-funcional.htm – Acesso em: 8 jun. 2017).

Os limite da Arte na Contemporaneidade

Durante todos esses dias de estudos, nós vimos como iniciar uma Introdução, argumentar no Desenvolvimento e elaborar uma proposta de intervenção na Conclusão. Portanto, a partir de hoje, você desenvolverá sua redação de acordo com os temas que forem sendo adicionados no Cronograma.

Vou colocar textos motivadores aqui. Após isso, tentem elaborar a Redação de vocês.

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Os limites da Arte na Contemporaneidade”, apresentando proposta de intervenção. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I

A exposição “Queermuseu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira” foi cancelada após diversas manifestações nas redes sociais, sendo o Movimento Brasil Livre (MBL) apontado como um dos principais grupos que articulou os protestos – taxados como censura por diversos internautas.

A mostra, que acontecia no Santander Cultural em Porto Alegre, foi inaugurada em 15 de agosto e reunia 270 trabalhos de 85 artistas, de acordo com o jornal Zero Hora.

“Algumas peças apresentadas na mostra revelam imagens que podem provocar um sentimento contrário daquilo que discutem. Porém, foram criadas justamente para nos fazer refletir sobre os desafios que devemos enfrentar em relação à questões de gênero, diversidade, violência entre outros”, afirmou o Santander Cultural em suas redes sociais no último dia 8.

Esta não foi a leitura de muitos internautas, especialmente os seguidores do Movimento Brasil Livre, que se posicionou contra a exposição. “O Santander cancelou uma amostra de ‘arte’ com material que contém pedofilia e zoofilia direcionado a público escolar após pressão nas redes do MBL e de outros grupos de direita”, escreveu o grupo em sua página no Facebook.

Com a ajuda da campanha do MBL e da repercussão cada vez maior nas redes sociais, o Santander decidiu recuar e, no domingo, anunciou o cancelamento da exposição.

“Pedimos sinceras desculpas a todos os que se sentiram ofendidos por alguma obra que fazia parte da mostra. O objetivo do Santander Cultural é incentivar as artes e promover o debate sobre as grandes questões do mundo contemporâneo, e não gerar qualquer tipo de desrespeito e discórdia”, afirmou o espaço em sua página no Facebook.

.Disponível em: https://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/entenda-obras-da-exposicao-queer-cancelada-pelo-santander/

TEXTO II

O ser humano não apenas tem limites naturais como a vida em sociedade exige limitações culturais. O que são as leis senão isso? Não podemos dirigir veículos livremente, por exemplo; há uma série de limitações no código de trânsito que nos “oprimem”. E que dizer das limitações do Código Penal? Alguém aí é livre para matar, roubar, estuprar e vilipendiar culto religioso? Não segundo nosso Código Penal. Você pode discordar, achar absurdo etc. e tal, mas se cometer qualquer dessas ações será sancionado, vendo sua liberdade contida.

Se você ainda tem dúvidas se arte tem limite, então faça um breve e singelo exercício de imaginação. Digamos que naquela exposição sexual do Santander Cultural tivéssemos não uma pintura com dois sujeitos currando uma cabra, mas uma performance “artística” com dois depravados currando uma cabra ao vivo. Agora “passou do limite” ou ainda pensa que artista pode tudo?

Disponível em: http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/francisco-escorsim/2017/09/19/arte-tem-limite-e-defensor-politicamente-correto/ Acesso em 5 fevereiro 2018

Violência Urbana no Brasil

Durante todos esses dias de estudos, nós vimos como iniciar uma Introdução, argumentar no Desenvolvimento e elaborar uma proposta de intervenção na Conclusão. Portanto, a partir de hoje, você desenvolverá sua redação de acordo com os temas que forem sendo adicionados no Cronograma.

Vou colocar textos motivadores aqui. Após isso, tentem elaborar a Redação de vocês.

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Violência Urbana no Brasil”, apresentando proposta de intervenção. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I

Violência urbana – Homicídios no Brasil superam números de países em guerra

Na semana passada, uma adolescente de 15 anos foi assassinada por causa de um aparelho celular em Higienópolis, bairro nobre de São Paulo. Ela foi mais uma vítima da onda de violência na maior metrópole do país, que em apenas uma semana deixou pelo menos 50 mortos.

O crescimento no número de homicídios acontece em meio a uma série de atentados contra policiais militares, supostamente cometidos pela facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Parte das mortes teria sido uma retaliação aos assassinatos de 88 policiais militares no Estado, ocorridos desde janeiro. As execuções lembram métodos usados pelos esquadrões da morte nos anos 1960, durante a ditadura militar, em São Paulo e Rio de Janeiro. Nessa época, era registrado um assassinato por dia na capital paulista.

Segundo o Mapa da Violência 2012, elaborado pelo Instituto Sangari, o número de assassinatos no país passou de 13.910 em 1980 para 49.932 em 2010, correspondendo a um aumento de 259% ou o equivalente ao crescimento de 4,4% ao ano. A taxa de homicídios que era de 11,7 para cada 100 mil habitantes atingiu, no mesmo período, 26,2. O número é superior a países em conflitos, como Iraque e Afeganistão, e comparado a nações africanas e caribenhas com governos e instituições precárias e instáveis. Na América do Sul, somente Venezuela (45,1) e a Colômbia (33,4) possuem taxas maiores. A Venezuela é assolada por uma crise financeira e pela escassez de alimentos, enquanto a Colômbia vive conflitos com narcotraficantes.

Disponível em: https://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/violencia-urbana-homicidios-no-brasil-superam-numeros-de-paises-em-guerra.htm

TEXTO II

Violência no Brasil alcança novo recorde e expõe desigualdade na segurança

Não há nenhum conflito bélico declarado no Brasil, mas matam-se mais cidadãos que em muitos países em guerra. Só em 2017 foram registrados 63.880 homicídios, ou seja, 175 pessoas assassinadas por dia, a um ritmo superior de sete por hora, segundo novos dados da ONG Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Destas mortes, que representam um aumento de 2,9% em comparação a 2016, 4.539 vítimas eram mulheres, e 1.133 foram casos de violência doméstica. Os estupros também cresceram, 8,4%: foram 60.018 naqueles 12 meses. São novos recordes históricos para o maior país latino-americano, onde os índices de violência não pararam de subir nos últimos três anos.

Esse aumento delata até onde chega a desigualdade no Brasil. Na verdade, a maior parte do país conseguiu reduzir o número de homicídios; o aumento se concentra em apenas 12 Estados do Norte e Nordeste, os mais pobres do país, mas é uma alta tão intensa que acaba puxando as cifras do país inteiro. Enquanto São Paulo, o Estado mais rico, registra 10,7 homicídios para cada 100.000 habitantes, o Rio Grande do Norte, um dos mais pobres, tem 68. Assim, a média brasileira fica em 30,8 homicídios por 100.000 habitantes. Até agora, sempre havia estado abaixo de 30.

Desses 12 Estados, geralmente cenários de batalhas entre quadrilhas rivais, o Acre é o segundo mais violento (63,9 homicídios por cada 100.000 habitantes), e sua capital, Rio Branco, é a mais sangrenta de todas (83,7). Em seguida vem o Estado do Ceará (59,1), com a segunda capital mais violenta do país, Fortaleza (77,3).

Um percentual cada vez maior dessa violência se deve a ações concebidas justamente para detê-la. Os homicídios de civis pelas mãos da polícia aumentaram 21,4%: 5.144 em todo o ano, 14 pessoas assassinadas por policiais a cada dia. O número de agentes mortos, por outro lado, diminuiu 4,9% em comparação a 2016, de 386 para 367 casos.

Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/09/politica/1533834219_933937.html

Protagonismo Feminino

Durante todos esses dias de estudos, nós vimos como iniciar uma Introdução, argumentar no Desenvolvimento e elaborar uma proposta de intervenção na Conclusão. Portanto, a partir de hoje, você desenvolverá sua redação de acordo com os temas que forem sendo adicionados no Cronograma.

Vou colocar textos motivadores aqui. Após isso, tentem elaborar a Redação de vocês.

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O Protagonismo social da mulher na atualidade. Quais as consequências?”, apresentando proposta de intervenção. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I

Mulheres conquistam espaço e esperam maior protagonismo feminino no futebol

Quando se fala da busca por igualdade de direitos feminina na sociedade é impossível não falar do papel feminino em um esporte e ambiente majoritariamente masculino e com raízes machistas e homofóbicas como é o futebol. Em diversos lugares do mundo, jogadoras, torcedoras, jornalistas e profissionais ligadas ao esporte reivindicam há anos um ambiente mais equitativo com acesso a mais direitos, melhores salários e a atenção midiática que merecem.

Existem inúmeros casos de total desatenção das autoridades do futebol, como o plantel do Atlético Huila, da Colômbia, campeão da Copa Libertadores feminina em 2018 e que por completo descaso da Federação Colombiana de Futebol e da CONMEBOL tiveram que viajar em condições precárias no retorno ao país. Imagens vazadas na internet mostravam as atletas dormindo no chão, após uma escala na Venezuela, onde por atraso na viagem, tiveram que esperar sete horas. As jogadoras denunciaram também que a premiação pelo título iria para a equipe masculina e não para elas.

Por outro lado, há o caso da jogadora argentina Macarena Sánchez, que encabeçou a luta pela profissionalização do futebol feminino argentino, tendo inclusive, recebido ameaças de morte. Isso serviu para que clubes como River Plate, Boca Juniors, Racing e San Lorenzo desenvolvessem campanhas solicitando a profissionalização, dando voz a Sánchez.

Disponível em: https://brusque.portaldacidade.com/noticias/esportes/mulheres-conquistam-espaco-e-esperam-maior-protagonismo-feminino-no-futebol-5031

TEXTO II

Mulheres conquistaram maior protagonismo nos últimos anos

Com luta e persistência, as mulheres avançaram e conquistaram mais espaço na sociedade nos últimos 10 anos. É verdade que as taxas de violência ainda são altas, os salários continuam inferiores aos dos homens e o machismo não desapareceu. No entanto, houve avanços importantes. O último e mais impactante deles foi a PEC das Domésticas. O Projeto de Emenda Constitucional, aprovado no governo Dilma, em 2013, reconheceu os direitos trabalhistas das empregadas domésticas e tornou obrigatório o pagamento do Fundo de Garantia do Tempo Serviço (FGTS). A lei entrou em vigor em 2015.

Cleide Pinto, presidente do Sindicato das Trabalhadoras Domésticas de Nova Iguaçu afirma que as domésticas estão sendo mais respeitadas depois da lei. “A relação com os patrões mudou. Estão mais cautelosos e respeitosos com nossos direitos. Aumentou muito os trabalhos de carteira assinada, inclusive esse foi o principal impacto da lei”, afirma Cleide, que trabalha em casa de família há mais de 20 anos. Nova Iguaçu, localizado na Baixada Fluminense, é um dos municípios da região metropolitana do Rio de Janeiro que de onde sai grande parte da mão de obra que atende o centro e os bairros nobres do Rio.

Ela relata ainda que os empregadores estão procurando mais o sindicato para se informar sobre a lei e os direitos das domésticas. “Subiu para 70% o número de patrões que procuram o sindicato para se adequar à lei. Antes da PEC esses interessados representavam apenas 20%”, explica. As mulheres que exercem essa profissão já começaram a ver a diferença entre o trabalho formal e informal. “Por conta da crise econômica atual, está havendo muitas demissões, mas a diferença é que agora nós temos direito a seguro desemprego e ao FGTS. Isso dá um respiro enquanto a gente tenta conseguir outro emprego”, destaca a presidente sindicato de domésticas.

Outra conquista importante que impactou na vida das mulheres e na sociedade foi a aprovação da Lei Maria da Penha, no governo Lula, que pune agressores que cometem violência contra a mulher. A lei que entrou em vigor em 2006, completou 10 anos no ano passado e já deixa um legado positivo, na avaliação da defensora pública do estado do Rio de Janeiro, Rosane Lavigne, que acompanhou de perto a criação desse dispositivo legal.

Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2017/03/08/mulheres-conquistaram-maior-protagonismo-nos-ultimos-anos/

O desperdício de Alimentos no Brasil

Durante todos esses dias de estudos, nós vimos como iniciar uma Introdução, argumentar no Desenvolvimento e elaborar uma proposta de intervenção na Conclusão. Portanto, a partir de hoje, você desenvolverá sua redação de acordo com os temas que forem sendo adicionados no Cronograma.

Vou colocar textos motivadores aqui. Após isso, tentem elaborar a Redação de vocês.

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O desperdício de Alimentos”, apresentando proposta de intervenção. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I

TEXTO II

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) estuda a criação de uma rede em torno da cadeia produtiva de alimentos no Brasil para conter o desperdício. O país é considerado um dos dez que mais desperdiçam comida em todo o mundo, com cerca de 30% da produção praticamente jogados fora na fase pós-colheita.

O objetivo da FAO na América Latina e Caribe é montar uma rede de entidades com organizações não governamentais (ONGs), universidades e institutos de pesquisa com o propósito de reduzir a perda na produção e na pós-colheita dos alimentos. Ao governo, caberia providenciar a melhoria de fatores como infraestrutura para transporte dos alimentos, como existe nos Estados Unidos.

“O que se tem que fazer no Brasil é uma rede de formadores que possa, junto com o governo, empresas privadas e ONGs, trabalhar nisso tudo”, afirmou o engenheiro agrônomo da Embrapa Indústria de Alimentos, Murilo Freire. O governo brasileiro entraria com a legislação, com infraestrutura e armazenamento adequados, explicou Freire.

Integrante do Comitê de Especialistas em Redução de Perdas e Desperdícios para a América Latina e Caribe da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o pesquisador disse que o problema ocorre em toda a cadeia produtiva, que tem deficiência de infraestrutura e manuseio, plantio errado, doenças e enfrenta problemas referentes à embalagem, ao transporte e ao armazenamento.

Segundo Freire, os produtos são desperdiçados porque ou estão fora do prazo de validade ou não foram consumidos por serem identificados como malformados ou fora do padrão estabelecido pela legislação do Ministério da Agricultura. A meta do comitê é montar uma rede na região para diminuir as perdas na produção desses alimentos.

“O desperdício ocorre quando o alimento produzido é jogado fora, ou seja, ele não chega a quem necessita”, disse Freire. Um exemplo disso, segundo o engenheiro, é o caso dos frutos feios, que não são padronizados nem têm um apelo de venda comercial elevado, mas têm as proteínas, vitaminas e sais minerais de um produto normal. “Esse é o desperdício. São alimentos produzidos, mas não usados”.

Fonte: www.institutoakatu.com.br/ Acesso em 05/12/2019