Desafios para combater o Tabagismo

Automedicação

Durante todos esses dias de estudos, nós vimos como iniciar uma Introdução, argumentar no Desenvolvimento e elaborar uma proposta de intervenção na Conclusão. Portanto, a partir de hoje, você desenvolverá sua redação de acordo com os temas que forem sendo adicionados no Cronograma.

Vou colocar textos motivadores aqui. Após isso, tentem elaborar a Redação de vocês.

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Automedicação na sociedade brasileira”, apresentando proposta de intervenção. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I

Quem nunca tomou um remédio sem prescrição após uma dor de cabeça ou febre? Ou pediu opinião a um amigo sobre qual medicamento ingerir em determinadas ocasiões? A automedicação, muitas vezes vista como uma solução para o alívio imediato de alguns sintomas, pode trazer consequências mais graves do que se imagina. A medicação por conta própria é um dos exemplos de uso indevido de remédios, considerado um problema de saúde pública no Brasil e no mundo. Segundo dados do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (SINTOX), em 2003, os medicamentos foram responsáveis por 28% de todas as notificações de intoxicação.

O uso de medicamentos de forma incorreta pode acarretar o agravamento de uma doença, uma vez que a utilização inadequada pode esconder determinados sintomas. Se o remédio for antibiótico, a atenção deve ser sempre redobrada. O uso abusivo destes produtos pode facilitar o aumento da resistência de microrganismos, o que compromete a eficácia dos tratamentos.

Outra preocupação em relação ao uso do remédio refere-se à combinação inadequada. Neste caso, o uso de um medicamento pode anular ou potencializar o efeito do outro. O uso de remédios de maneira incorreta ou irracional pode trazer, ainda, consequências como: reações alérgicas, dependência e até a morte.

(Disponível em: http://www.endocrino.org.br/os-perigos-da-automedicacao/ – Acesso em: 17 ago. 2017).

TEXTO II

A automedicação é uma prática bastante difundida não apenas no Brasil, mas também em outros países. Em alguns países, com sistema de saúde pouco estruturado, a ida à farmácia representa a primeira opção procurada para resolver um problema de saúde, e a maior parte dos medicamentos consumidos pela população é vendida sem receita médica. Contudo, mesmo na maioria dos países industrializados, vários medicamentos de uso mais simples e comum estão disponíveis em farmácias, drogarias ou supermercados, e podem ser obtidos sem necessidade de receita médica (analgésicos, antitérmicos etc.).

Debate-se se um certo nível de automedicação seria desejável, pois contribuiria para reduzir a utilização desnecessária de serviços de saúde. Afinal, dos 160 milhões de brasileiros, 120 não têm convênios para assistência à saúde. A decisão de levar um medicamento da palma da mão ao estômago é exclusiva do paciente. A responsabilidade de fazê-lo depende, no entanto, de haver ou não respaldo dado pela opinião do médico ou de outro profissional de saúde.

No Brasil, embora haja regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para a venda e propaganda de medicamentos que possam ser adquiridos sem prescrição médica, não há regulamentação nem orientação para aqueles que os utilizam. O fato de se poder adquirir um medicamento sem prescrição não permite o indivíduo fazer uso indevido do mesmo, isto é, usá-lo por indicação própria, na dose que lhe convém e na hora que achar conveniente. Dados europeus indicam que, em média, 5,6 pessoas por farmácia e por semana fazem uso indevido de algum tipo de medicamento.

(Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-42302001000400001 – Acesso em: 17 ago. 2017).

Os impactos da Telemedicina para a saúde no Brasil

Os impactos da Telemedicina para  saude no Brasil

Durante todos esses dias de estudos, nós vimos como iniciar uma Introdução, argumentar no Desenvolvimento e elaborar uma proposta de intervenção na Conclusão. Portanto, a partir de hoje, você desenvolverá sua redação de acordo com os temas que forem sendo adicionados no Cronograma.

Vou colocar textos motivadores aqui. Após isso, tentem elaborar a Redação de vocês.

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Os impactos da Telemedicina para  saude no Brasil”, apresentando proposta de intervenção. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I

Os avanços da tecnologia e a chamada quarta revolução industrial afetam e continuarão a afetar nossa rotina diária. Em relação à comunicação, essa experiência tem sido ainda mais intensa. No entanto, os impactos tecnológicos podem ser sentidos em muitas áreas, inclusive na medicina. Neste contexto, a telemedicina vem desenvolvendo e transformando rapidamente os serviços oferecidos pelos prestadores de cuidados de saúde em todo o mundo.

No Brasil, empresas e médicos só podem prestar os serviços de telemedicina se estiverem devidamente registrados no Conselho Regional de Medicina da respectiva jurisdição. A Resolução n.º 1.643, datada de 26 de agosto de 2002, emitida pelo Conselho Federal de Medicina (“Resolução CFM n.º 1.643”) regula os serviços de Telemedicina e reconhece os parâmetros estabelecidos na Declaração da Associação Médica Mundial sobre Responsabilidade, Responsabilidades e Diretrizes Éticas na Prática de Telemedicina.

A telemedicina permite que médicos e outros profissionais de saúde auxiliem no diagnóstico e tratamento de casos à distância, podendo ser utilizadas em diferentes modalidades, como o telemonitoramento e a teleconsulta.

Essa prática é cada vez mais comum e pode trazer grandes benefícios aos pacientes. Em um país de tamanho continental, como o Brasil, a teleconsulta pode ser uma ferramenta no tratamento de pacientes localizados em regiões isoladas geograficamente. O médico pode entrar em contato com uma equipe especialista a milhares de quilômetros de distância, compartilhar diagnósticos de imagem, bem como dados clínicos e discutir o caso com o objetivo de fornecer o tratamento mais apropriado ao paciente.

Um exemplo de sucesso é a parceria entre um hospital de excelência de São Paulo e um pequeno hospital no interior da Região Nordeste. Um mês após o início serviço de assistência via telemedicina, a taxa de mortalidade da unidade de terapia intensiva diminuiu em 50%.

Já o telemonitoramento é comumente usado no tratamento de doenças crônicas como diabetes e hipertensão. Nesta modalidade, a troca de informações via eletrônica possibilita que o médico monitore em tempo real a condição física do paciente, como a pressão arterial e nível de glicose.

Devido à expansão da telemedicina no Brasil, o Conselho Federal de Medicina informou que atualizará a Resolução CFM n.º 1.643/2002. O CFM pretende elaborar regras mais alinhadas com as atuais práticas de mercado, com base em contribuições feitas pela sociedade.

A revisão do Código de Ética Médica também está em andamento e pretende adequar o entendimento da classe aos avanços técnicos recentes. Uma questão importante levantada em relação à telemedicina refere-se à ética e confidencialidade dos registros médicos. A verdade é que a melhoria nos serviços de telecomunicação também contribuiu para a expansão da telemedicina. Por exemplo, mediante o uso de um certificado digital, os médicos podem trocar informações de forma segura e manter a confidencialidade dos registros médicos, como é preceituado pelo Conselho profissional.

As novas tecnologias continuarão a transformar ainda mais nossas vidas e o acesso à saúde. A telemedicina pode definitivamente desempenhar um papel importante neste cenário e melhorar o nível de prestação serviços de saúde, tanto no sistema público como no privado. Uma regulamentação mais atualizada contribuirá para a criação de novas oportunidades comerciais em um mercado que conta com duzentos milhões de pessoas.

Disponível: https://saudebusiness.com/gestao/legislacao-e-regulamentacao/impactos-da-telemedicina-no-setor-de-saude/

TEXTO II

No início de fevereiro, o Conselho Federal de Medicina (CFM) aprovou o uso da telemedicina. A partir de agora, os médicos brasileiros poderão realizar consultas online, assim como telecirurgias e telediagnósticos, entre outras formas de atendimento médico à distância.

De acordo com o professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Arthur Igreja, especialista em tecnologia e inovação, o impacto da tecnologia na área de saúde será de otimização, principalmente, por se tratar de um dos setores mais complexos da economia, onde os médicos querem ser mais valorizados, os hospitais com problemas financeiros – poucos sendo bem administrados -, funcionários subaproveitados e pacientes reclamando do atendimento. Levantamento do CFM aponta que o Ministério da Saúde deixou de aplicar R$ 174 bilhões na área do que havia sido previsto de 2003 a 2017.

“São muitos gargalos, especialmente, na administração pública. Manter uma estrutura de saúde, já que ela é responsabilidade do município, muitas vezes é inviável. Então, a telemedicina fará toda a diferença, já que para atendimentos básicos será possível dar ganho de escala. Poderemos ter excelentes médicos potencializando os atendimentos. Além do atendimento direto, teremos um aumento do suporte com profissionais mais capacitados. Uma verdadeira revolução na medicina”, explica.

Com isso, o relacionamento médico-paciente vai mudar para melhor, pois terá mais celeridade. “O paciente, por vezes, quer apenas tirar uma dúvida e validar a informação com um profissional. Ele não quer pegar longas filas em postos de atendimento e enfrentar as burocracias de planos de saúde. Com a telemedicina, teremos a possibilidade de desenvolver plataformas, onde será possível se conectar com o médico que estiver disponível, ou seja, a necessidade de clínica física ou hospital começa a se desconstruir”, ressalta.

Um ponto negativo, conforme o especialista, é que a relação perde em proximidade, mas os profissionais da saúde terão que levar isso em conta e se capacitar ainda mais. “Não vai ser simplesmente colocar o médico atrás da câmera e dar o mesmo tipo de consulta que ele fazia até então. Agora ele vai ter que estar ciente de que a preocupação do paciente é ainda maior, porque ele tem esse afastamento e a perda de alguns sentidos no canal de comunicação, sem ter a percepção apurada da reação do profissional. O médico terá que ser mais compreensivo. Porém, os ganhos são muito maiores do que as perdas”, completa.

Disponível: https://portalhospitaisbrasil.com.br/telemedicina-e-os-impactos-da-tecnologia-para-a-saude/

Obstáculos para a Doação de Sangue

Durante todos esses dias de estudos, nós vimos como iniciar uma Introdução, argumentar no Desenvolvimento e elaborar uma proposta de intervenção na Conclusão. Portanto, a partir de hoje, você desenvolverá sua redação de acordo com os temas que forem sendo adicionados no Cronograma.

Vou colocar textos motivadores aqui. Após isso, tentem elaborar a Redação de vocês.

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Obstáculos para a doação de sangue no Brasil”, apresentando proposta de intervenção. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I

Texto I

No Brasil, [segundo o Ministério da Saúde], 1,8% da população doa sangue, número que está dentro dos parâmetros, de pelo menos 1%. A taxa, entretanto, está longe da meta da Organização Mundial da Saúde (OMS), de 3% da população doadora.

[…]

Apenas uma doação de sangue pode beneficiar até quatro pessoas. No Brasil, ao ano, cerca de 3,5 milhões de pessoas realizam transfusões de sangue. No total, existem no país 27 hemocentros e 500 serviços de coleta.

Doadores voluntários

De acordo com relatório divulgado pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), menos da metade dos doadores de sangue na América Latina e no Caribe são voluntários. A porcentagem de doadores voluntários de sangue cresceu de 38,5% para 44,1% entre 2013 e 2015 na região, mas ainda está longe de atingir o nível de 100% recomendado pela OMS.

Em alguns países, há a doação remunerada, além daquelas doações por reposição, quando o doador faz a doação em nome de algum paciente. No Brasil, não existe doação remunerada. Em 2015, 61,25% das doações foram voluntárias e 38,17% foram para reposição.

(Disponível em: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2017-06/doacao-de-sangue-18-da-populacao-brasileira-doa-sangue-meta-da-oms-e-3 – Acesso em: 5 jul. 2017).

TEXTO II

Especialistas apontam a falta de conscientização da população como um dos principais limitadores para o aumento da doação de sangue no Brasil. Eles defendem que campanhas de incentivo à doação sejam feitas desde os primeiros anos de vida e que o assunto seja discutido nas escolas para reverter o atual cenário.

“O Brasil não se prepara para captar o doador desde criança. Sem essa política, não construímos o doador do futuro. É preciso formarmos doadores com responsabilidade social real”, opina Yêda Maia de Albuquerque, presidente do Hemope (Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco), o principal do Nordeste brasileiro.

Yêda queixa-se da falta de doadores voluntários, ou seja, aqueles que doam frequentemente sem se importar com quem vai receber o sangue.

“Tenho muita doação de reposição (pessoas que doam para parentes e familiares em caso de urgência), o que não é ideal. Já o doador voluntário aumenta a qualidade do produto que a gente oferece, pois conseguimos monitorá-lo”, acrescenta.

Para Tadeu, da Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto, o entendimento de que a doação de sangue seja um ato “social e contínuo” ainda não está totalmente presente na mentalidade do brasileiro.

“É preciso um esforço educacional em escolas e por meio de campanhas públicas para garantir que as pessoas entendam a necessidade e se disponham a doar sangue regularmente”.

(Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/08/150812_sangue_doacoes_brasil_lgb – Acesso em: 5 jul. 2017).

Sedentarismo em Questão no Brasil

Durante todos esses dias de estudos, nós vimos como iniciar uma Introdução, argumentar no Desenvolvimento e elaborar uma proposta de intervenção na Conclusão. Portanto, a partir de hoje, você desenvolverá sua redação de acordo com os temas que forem sendo adicionados no Cronograma.

Vou colocar textos motivadores aqui. Após isso, tentem elaborar a Redação de vocês.

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Sedentarismo em questão no Brasil”, apresentando proposta de intervenção. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I

O sedentarismo é definido como a falta ou a grande diminuição da atividade física. Na realidade, o conceito não é associado necessariamente à falta de uma atividade esportiva. O sedentário é o indivíduo que gasta poucas calorias por semana com atividades ocupacionais; o gasto calórico semanal define se o indivíduo é sedentário ou ativo. Para deixar de fazer parte do grupo dos sedentários o indivíduo precisa gastar no mínimo 2.200 calorias por semana em atividades físicas.

Disponível em: http://www.sc.senac.br/arquivos/brusque/portal_saude_arquivos/Page407.htm Acesso em 11 fevereiro 2017

TEXTO II

Na época de escola estudávamos sobre a melancolia como o mal do século. O mundo mudou, a tecnologia avançou muito. Essa semana li uma frase interessante de uma propaganda de uma grande consultoria “Seu mais novo concorrente ainda nem existia esta manhã” uma alusão às novas tecnologias, videogames e smartphones de última geração, o que nos fazem ficar cada vez mais sedentários!

Portanto meu tema de hoje é sobre o novo mal do século: o sedentarismo.

O vilão do século está presente em mais de 60% da população mundial, o Diabetes presente em 10%, hipertensão 28% e tabagismo 22%, segundo dados da OMS (Organização Mundial de Saúde). Logo conclui-se que o estilo de vida sedentário é o maior fator de risco do planeta.

Como endocrinologista trato, todos os dias na nossa cidade, obesos, pessoas com sobrepeso, diabéticos, deficientes hormonais e portadores de câncer de tireoide, e me convenço que sem o combate efetivo ao sedentarismo não tratamos a causa maior desses males.

Disponível em: http://www.edgarlisboa.com.br/colunistas/sedentarismo-o-mal-do-seculo-2/ Acesso em 11 fevereiro 2017

Os desafios para garantir a Vacinação no Brasil

Durante todos esses dias de estudos, nós vimos como iniciar uma Introdução, argumentar no Desenvolvimento e elaborar uma proposta de intervenção na Conclusão. Portanto, a partir de hoje, você desenvolverá sua redação de acordo com os temas que forem sendo adicionados no Cronograma.

Vou colocar textos motivadores aqui. Após isso, tentem elaborar a Redação de vocês.

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Os desafios para garantir a Vacinação no Brasil”, apresentando proposta de intervenção. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) expressou nesta terça-feira preocupação com a situação da vacinação no Brasil. Isso porque, segundo dados divulgados hoje pelo Unicef em conjunto com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cobertura vacinal no país vem caindo, na contramão da tendência global.

O Unicef alerta que a cobertura da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) que estava estável e próxima a 100% no Brasil até 2014 caiu para 96,1% em 2015, 95,4% em 2016 e atingiu apenas 85% no ano passado. Já com relação à poliomielite, a cobertura vacinal estava acima de 95% até 2015, mas foi caindo também, chegando a 84,4% em 2016 e 78,5% em 2017. Por fim, a cobertura da vacina tríplice bacteriana (difteria, tétano e coqueluche – DTP), que estava acima de 90% até 2015, passou a 89,5% em 2016 e 78,2% em 2017.

Diante disso, o Unicef recomenda ao Brasil “sensibilizar e mobilizar os gestores municipais para a necessidade, urgente, de melhorar a cobertura vacinal de rotina e durante as campanhas”; “monitorar sistematicamente a cobertura vacinal em cada estado e município e unidade de saúde, para chegar aos territórios onde as crianças não estão sendo vacinadas”; “realizar ações focalizadas para aumentar a cobertura vacinal em áreas com menor cobertura”; e, por fim, “resgatar a percepção da sociedade, e das famílias, sobre a importância da vacinação”.

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/unicef-mostra-preocupacao-com-queda-na-vacinacao-no-brasil-22896883

TEXTO II

A cobertura vacinal no Brasil está em queda nos últimos anos e preocupa autoridades sanitárias que temem o retorno de mais doenças erradicadas, como foi o caso do sarampo. No último ano, apenas a vacina de BCG atingiu a meta estabelecida de 95% do público-alvo imunizado. Todas as demais vacinas tiveram, em 2018, coberturas abaixo desse percentual (veja ao final do texto). Segundo dados do PNI (Programa Nacional de Imunizações), disponibilizados pelo Datasus, uma das que têm percentual mais baixo, especialmente na segunda dose, é a vacina tríplice viral (que protege contra sarampo, rubéola e caxumba), que atingiu apenas 76,3% do público-alvo.

Disponível em: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2019/09/08/cobertura-de-vacinacao.htm?cmpid=copiaecola