Como escrever?

A parte mais importante da sua redação é o início dela: a introdução. É por meio da introdução que o corretor irá analisar seu texto, entendo quais os assuntos que você irá abordar. Veja agora como fazer uma boa introdução:

1. Seja direto

Começar um texto pode ser bem difícil, certo? Mas pode ser mais simples do que você pensa. Saiba quais os principais tópicos que deve conter em sua introdução:

A introdução ideal deve ter entre 4 a 5 linhas;

Cada ideia que você apresentar na introdução deve ser defendida no seu desenvolvimento. Por exemplo, se o tema da redação for sobre “cães de raça” e você escrever “cães de raça são animais criados em laboratório, o que fere o desenvolvimento natural da vida”. Neste caso, você irá desenvolver, no primeiro parágrafo, os objetivos de um animal criado em laboratório e, em um outro parágrafo, porque este fato fere a vida.

Mostrar organização no seu texto é um do fatores de avaliação do corretor: a organicidade. Por isso, fique atento em quais ideias você irá abordar na introdução, pois cada uma delas deve ser justificada ao longo do seu texto. Mostre lógica em suas argumentações.

Por fim, lembre-se de escrever de maneira direta, sem enrolação. Não comece seu texto falando sobre “A” se o tema é “B”. Vá direto ao ponto que você pretende defender, relacionando, brevemente, com os paralelos que serão utilizados para embasar sua redação.

2. Veja exemplos de boas introduções

O primeiro passo para você se certificar de que está fazendo uma boa introdução é questionar: “o que eu penso sobre este tema?”.

Se o tema da redação for “alimentos transgênicos” e você acredita que alimentos transgênicos são importantes para resolver o problema de fome da humanidade, mas devemos ter atenção se há efeitos colaterais, escreva isso.

“Alimentos transgênicos são pois podem resolver problemas sociais, como a fome da humanidade. Contudo, apesar de seus benefícios, o controle dos efeitos colaterais devem ser feito com precisão”.

Sua introdução deve estar generalizada e curta, transmitindo de maneira direta a problemática da questão e o que será debatido. Note que você ainda não começou um processo de argumentação para convencer de suas ideias. Isso virá apenas no desenvolvimento.

A introdução apenas apresenta o tema, enquanto, no desenvolvimento, há espaço para explicar as argumentações e em como você estrutura aquela determinada ideia.

3. Entenda como não deve ser sua introdução

Vamos trazer o mesmo exemplo acima de que o tema da sua redação é “alimentos transgênicos” e você escreveu a seguinte introdução:

“Alimentos transgênicos são importantes evoluções tecnológicas que podem resolver problemas sociais, como a fome da humanidade. Contudo, apesar de seus benefícios, o controle dos efeitos colaterais devem ser feito com precisão, pois suas consequências podem gerar graves problemas a saúde humana global”.

Esta introdução, apesar de correta, seria longa e muito difícil de trabalhar no desenvolvimento. Para detalhar as ideias que foram apresentadas, seria necessário explicar como os alimentos transgênicos são evoluções tecnológicas, de que forma eles podem resolver a fome da humanidade, quais os efeitos colaterais que ele pode causar, como isso pode afetar a saúde humana de maneira global e, ainda, desenrolar sobre quais são as formas preventivas de controlar os efeitos colaterais dos alimentos transgênicos.

Introduções curtas e objetivas são as melhores opções em uma redação. Dessa forma, o desenvolvimento fica simples e as ideias continuam se atendo ao ponto principal, que é explicar o ponto de vista do autor.

4. A primeira impressão é tudo

Um texto bem organizado é essencial para que o corretor consiga enxergar um bom texto. Mas, além disso, é importante você se manter claro e direto, afinal a primeira impressão é tudo!

Entender a importância de uma introdução e entender a forma como você está se apresentando, apresentando suas ideais. Por isso, certifique-se manter uma texto claro e conciso, que não seja apenas como a maioria dos estudantes, que começam o texto escrevendo sem pensar em nenhum dos temas que vai abordar.